Procura por vacina contra febre amarela lota PSFs e Policlínica de Itabira

No PSF do bairro Areão, a procura também está grande

Procura por vacina contra febre amarela lota PSFs e Policlínica de Itabira
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Nos últimos dias, a procura pela vacina contra a febre amarela triplicou em Itabira. Nos locais de vacinação, como na Policlínica e nos Programas Saúde da Família (PSFs), é possível ver filas e doses da vacina acabando antes de terminar o expediente.

Mas, de acordo com a superintendente de Vigilância Epidemiológica em Saúde, Thereza Andrade, a população itabirana não precisa se alardear. “A nossa situação não é de alarde, como no Vale do Aço. Não temos esse problema”, reforçou.

A indicação da vacina contra a febre é rotineira, como a de tétano. “Não temos campanha em Itabira”, salientou. “Não tem essa necessidade de sair correndo. Não existe a urgência”, ressaltou.

Thereza contou que antes do alarde sobre a febre amarela, a vacina era pouco procurada na cidade. “A gente estava agendando para não ter desperdício, porque ninguém procurava. Chegamos a perder várias doses”, disse.

Saiba mais: Secretária de Saúde afirma que surto de febre amarela não chegou à região de Itabira

Para os que não querem abrir mão de vacinar, a orientação na Policlínica é que as pessoas procurem os PSFs, pois são mais vazios. A Policlínica é o local mais procurado. Mas em todos os locais, a recomendação é que a pessoa chegue cedo.

Na Policlínica à procura da vacina, Rosenir de Alcântara, disse que é melhor prevenir do que remediar. Ela é de Ipatinga, mas mora em Itabira. “Como já tem um bom tempo que vacinei, resolvi vacinar de novo. E fico preocupada porque está tendo um surto em Caratinga, Coronel Fabriciano e outras cidades. Então é melhor não arriscar”, contou.

Mesmo sem o risco em Itabira, Rosenir de Alcântara preferiu tomar a vacina 

Riscos e indicação

Thereza alertou que a vacina possui a prescrição correta. “Temos que observar alguns critérios antes da vacinação, por exemplo, ela é contra indicada para gestantes, idosos, mulheres em fase de amamentação, entre outros casos”, disse. “A situação de medo é que leva a reações diversas. Mas não pode sair tomando de qualquer jeito”, salientou.

Já para as pessoas que forem em áreas de risco, o ideal é que tome a vacina dez dias antes da viagem. 

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