Índice de dengue em Itabira é de 4,7%

A Prefeitura de Itabira concluiu ontem, 19 de janeiro, o primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2012, realizado entre os dias 9 e 18 de janeiro. O percentual de infestação predial do mosquito é de 4,7%. Até o dia 18 foram pesquisados cerca de 1.743 domicílios itabiranos, em 82 foram notificados […]

A Prefeitura de Itabira concluiu ontem, 19 de janeiro, o primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2012, realizado entre os dias 9 e 18 de janeiro. O percentual de infestação predial do mosquito é de 4,7%.

Até o dia 18 foram pesquisados cerca de 1.743 domicílios itabiranos, em 82 foram notificados focos de dengue. Segundo o levantamento, a situação mais grave é a do bairro Areão, onde o índice de infestação foi de 17,64%, seguido pelo Clóvis Alvim II, 16,67%. Os bairros Vila São Geraldo (14,28%), Praia (13,46%), Betânia (13,11%), João XXIII (13,04%), Santa Ruth (12,82%), Machado (10,81%), Área Verde – Aprígio (10,52%) e São Bento (10%) também estão em situação grave.

Já os bairros São Pedro (8,81%), Santo Antônio (8,33%), Pedreira (8,33%), Campestre (6,97%), Clóvis Alvim I (6,25%), Barreiro (6,25%), Santa Marta (5%), Amazonas (4,87%), Caminho Novo (4,61%), Fênix (4,54%), Bela Vista (4,28%), Colina da Praia (4,16%), Vila Piedade (4,16%) e Madre Maria de Jesus (4%) encontram-se em situação de risco.

Estão em alerta os bairros Gabiroba de Cima (3,64%), 14 de Fevereiro (3,22%), Pará (3,12%), Vila São Joaquim (3,12%), Juca Rosa (3,03%), Centro (2,17%), Cônego Guilhermino (2%) e Nossa Senhora das Oliveiras (1,42%).

Máximo 1%
Segundo informação da Secretaria Municipal de Saúde, o índice médio de infestação aceitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é abaixo de 1%. De acordo com Thereza Cristina Oliveira Andrade Horta, chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, a população deve permanecer alerta para identificar, eliminar os focos e ficar atenta aos primeiros sintomas da doença para procurar a unidade de saúde mais próxima. Outra questão importante, segundo ela, é que os sintomas da doença só aparecem 15 dias depois da picada do mosquito. “Até semana passada estava chovendo muito e os focos estavam ativos. Além disso, também é período de férias e muitas pessoas viajaram, principalmente para o Espírito Santo [Estado], onde o índice de infestação está grande. Então, a Secretaria de Saúde ainda não tem confirmações da doença”, finalizou Thereza.
 

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