Hemominas implanta Projeto Piloto de Modelo de Gestão de Estoques do Estado
A Fundação Hemominas finalizou a implantação do projeto piloto do Novo Modelo de Gestão de Estoques do Estado no seu almoxarifado central. O projeto, coordenado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), possui financiamento de US$ 250 mil do Banco Mundial e tem como objetivo principal redefinir a política de gestão de estoque no Estado. […]

A Fundação Hemominas finalizou a implantação do projeto piloto do Novo Modelo de Gestão de Estoques do Estado no seu almoxarifado central. O projeto, coordenado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), possui financiamento de US$ 250 mil do Banco Mundial e tem como objetivo principal redefinir a política de gestão de estoque no Estado.
A Fundação Hemominas foi uma das cinco instituições estaduais que participaram do projeto piloto iniciado em março e finalizado em maio deste ano. Os resultados foram apresentados à secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, e a representantes dos cinco órgãos participantes, entre eles o vice-presidente da Hemominas, Hélio Márcio Campos. A implantação do novo modelo de gestão de estoque envolveu os 31 funcionários do almoxarifado central, que responde por uma movimentação de cerca de R$ 7 milhões e 732 itens.
Com a adoção do novo modelo, foi possível verificar 16 indicadores de controle para a gestão do estoque da Hemominas e o mapeamento de 50 oportunidades de melhorias. Dentre elas, que estão desmembradas em iniciativas já em prática na gestão do almoxarifado da instituição, estão agendamento de entrega, inventário cíclico, recebimento, obsolescência, separação e armazenagem.
Para o gerente de logística da consultoria Accenture, Plínio Carraro, o empenho da Hemominas ajudou na escolha da instituição para implementação do piloto. O projeto, entre planejamento, diagnóstico e processos físicos de controle de estoque, teve a duração total de sete meses.
Já a gerente de Logística da Fundação Hemominas, Maria Lúcia Soares de Moura, afirma que “o projeto facilitou o controle da gestão de materiais propiciando indicadores, além de agilidade na expedição dos materiais devido à nova configuração da disposição física instalada no almoxarifado”, pontuou.





