UFMG organiza mutirão para cadastro de doadores de medula

O ambiente de produção de conhecimento do câmpus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ganhou nesta quinta-feira ares de esperança. Estudantes da Escola de Engenharia e da Faculdade de Ciências Econômicas organizaram um mutirão para o cadastro de doadores de medula óssea. A parceria com a Fundação Hemominas contou com dois postos de […]

O ambiente de produção de conhecimento do câmpus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) ganhou nesta quinta-feira ares de esperança. Estudantes da Escola de Engenharia e da Faculdade de Ciências Econômicas organizaram um mutirão para o cadastro de doadores de medula óssea. A parceria com a Fundação Hemominas contou com dois postos de inscrição. A expectativa era conseguir a adesão de pelo menos 400 pessoas, entre alunos, professores e servidores.

Hoje, 57 pessoas estão à espera de um transplante de medula em Minas. Segundo dados do Hemominas, há cerca de 45 mil pessoas cadastradas no banco de dados do estado. Já no Redome, são mais de 1,2 milhão. Os números que, em se tratando de outros órgão seriam a garantia de salvação de milhares de vida, no caso da medula, dão a dimensão da dificuldade de se encontrar doador e receptor compatíveis. Entre irmãos, filhos de mesmo pai e mãe, essa chance é de 25% a 30%. Entre não aparentados, essa possibilidade cai para um a cada 100 mil candidatos. Alda Soares explica que um dos motivos é a mistura de raças do brasileiro.

Também conhecido como tutano, o órgão é o único a não sofrer mutilação ao ser doado e é reposto entre sete a 15 dias. Ele preenche a cavidade interna de vários ossos e produz elementos do sangue. A geração anormal de células pode causar leucemia ou aplasias.

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