Coordenação investe na divulgação para reforçar combate à Aids
Este ano a Coordenação Municipal do Programa de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) Aids decidiu investir na divulgação e conscientização para lembrar o Dia Mundial de Combate à Aids. A data é celebrada em todo o mundo no dia 1º de dezembro. Em Itabira, as atividades para conscientização começam na segunda-feira (30/11) e se […]

Este ano a Coordenação Municipal do Programa de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) Aids decidiu investir na divulgação e conscientização para lembrar o Dia Mundial de Combate à Aids. A data é celebrada em todo o mundo no dia 1º de dezembro.
Em Itabira, as atividades para conscientização começam na segunda-feira (30/11) e se estendem até o dia 11 de dezembro.
Segundo a coordenadora municipal do programa, Maisa Mara Lage Colombo, a Companhia Itabirana de Teatro foi convidada para reapresentar o espetáculo teatral “Saids baixo que a coisa ta feia”, uma montagem que aborda a Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis com linguagem leve e de forma bastante bem humorada. O enredo se desenvolve numa moradia coletiva de estudantes, onde todos levam vida ativa sexualmente e, alguns, fazem uso de drogas. “O campo propício para a disseminação da Aids e de doenças sexualmente transmissíveis”, avalia Maisa Colombo.
O espetáculo é aberto a todos os públicos, com entrada franca. Na segunda-feira, as apresentações ocorrem às 9 horas, 13h30 e 15 horas. No dia 1º, às 9 horas, 14 horas, 16 horas, 18 horas e 19 horas. Todas as apresentações serão no Centro Cultural. O mesmo espetáculo também será apresentado nos distritos de Ipoema (dia 4/12) e Senhora do Carmo (dia 11/12).
Os expectadores receberão camiseta alusiva à data e impressos divulgando mensagens de esperança, solidariedade, prevenção e incentivo a novos compromissos com a luta.
ATENDIMENTO LOCAL – Para atender a população local, a Prefeitura de Itabira mantém, na policlínica, o Serviço de Atendimento ao Portador de HIV e Aids. O serviço é referenciado e atende usuários do município e da região.
Segundo Maisa Colombo, são atendidos, mensalmente, entre 300 e 400 usuários. No centro de atendimento, o usuário recebe toda a atenção necessária. “Temos uma equipe multidisciplinar para atender de forma efetiva e humanitária o usuário”, explica Maisa Colombo. Lá, o portador recebe atendimento médico com o médico referenciado em Aids, os medicamentos necessários para o tratamento e, ainda, tem acompanhamento psicológico e de uma assistente social e cuidados da equipe de enfermagem. Todo o atendimento é estendido, quando necessário, aos familiares do portador.





