Como ajudar a manter a Dengue distante

Dicas para manter a Dengue distante

O avanço da dengue no Rio de Janeiro chama a atenção para os perigos da doença, que prolifera na razão direta do descaso das autoridades e da falta de cuidado da população.

Embora a contaminação pela picada do mosquito Aedes aegypti ainda esteja longe de atingir em Itabira e região a proporção que alcançou entre a população fluminense – onde cerca de 29 mil pessoas já contraíram a doença, das quais pelo menos 54 perderam a vida – , é preciso manter o alerta e saber o que fazer em casos de risco.

Algumas dicas são bem conhecidas: evitar o acúmulo de água parada em qualquer tipo de recipiente, remover o lixo, buscar atendimento especializado e avisar as autoridades sanitária ao menor sinal de contágio.

Os cuidados são necessários para impedir que a doença progrida para o seu estágio hemorrágico. Quando o vírus é transmitido pelo Aedes aegypti, a pessoa adquire a dengue clássica, que causa febre e dores no corpo. Se for curada, torna-se imune a um dos quatro tipos de vírus que adquiriu. Caso contraia um vírus diferente, tem chance de desenvolver a grave e letal dengue hemorrágica.

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