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Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte abre exposição de Marlene Barros e expõe as feridas que o 8 de março insiste em maquiar

Foto:Jozane Faleiro - Luz Comunicação

Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, o discurso institucional volta a exaltar flores, força e superação. No entanto, a realidade impõe outro roteiro: violência persistente, desigualdade salarial e invisibilização histórica. É nesse cenário que o Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte inaugura, a partir desta quarta-feira (4), a exposição “Marlene Barros: tecitura do feminino”. Em vez de celebração, a mostra propõe enfrentamento.
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