Com recursos do “Acordo de Brumadinho”, Governo de Minas inicia construção da ponte sobre o Rio Paraopeba
Obra de R$ 20,1 milhões é a sexta iniciada, entre oito intervenções viárias definidas em consulta popular para melhorar a mobilidade na Bacia do Paraopeba
O Governo de Minas deu início à obra de construção da ponte sobre o Rio Paraopeba, no município de Papagaios, na região Central do estado. Com investimento de R$ 20,1 milhões, a estrutura terá 200 metros de extensão e 10,5 metros de largura, e será executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG).
Essa é a sexta entre as oito obras rodoviárias regionais definidas em consulta popular realizada com a população atingida para melhorar a mobilidade na Bacia do Paraopeba, no âmbito do Acordo Judicial de Reparação de Brumadinho. A ordem de início foi emitida pelo DER-MG no dia 23/2, e o prazo de execução é de um ano, com previsão de conclusão para fevereiro de 2027.
A nova ponte irá facilitar o deslocamento entre Papagaios, Caetanópolis e Paraopeba. A população local possui esse pleito especialmente após o colapso da estrutura anterior, em janeiro de 2018, que provocou transtornos logísticos e impactos econômicos.
Obras rodoviárias
Entre as obras rodoviárias do “Acordo de Brumadinho” já concluídas estão o melhoramento e a pavimentação de dois trechos distintos da MG-060, que são as ligações entre Esmeraldas–São José da Varginha (32 km) e Papagaios–Pompéu (45 km).
Também estão em andamento o asfaltamento da MG-415 até a BR-040, em Morada Nova de Minas; a pavimentação do trecho Abaeté–Porto São Vicente, na LMG-762; e a pavimentação da BR-040 até o distrito de São José do Buriti, em Felixlândia. Já a duplicação da estrada que liga Brumadinho à BR-381, em Betim, e a implantação de terceira faixa no trecho Papagaios–Pará de Minas estão em etapas preparatórias.
No caso da duplicação da estrada que liga Brumadinho à BR-381, em Betim, o arranjo financeiro é composto por recursos do Acordo Judicial direcionados ao município de Brumadinho. A iniciativa também conta com recursos do Acordo inicialmente direcionados ao Estado, em um modelo de financiamento que complementa os investimentos de reparação e viabiliza a implementação da intervenção.




