Comitê explica cor verde das piscinas do Parque Aquático Maria Lenk
O tom da água deve voltar ao normal nos próximos dias, segundo os organizadores das Olimpíadas
A cor das piscinas do Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro, que tem sido usadas em algumas provas aquáticas das Olimpíadas, chamaram a atenção de todo o mundo por conta do tom verde das águas.
O Comitê Organizador Rio 2016 disse que o problema é químico, conforme explicação do diretor de comunicação do órgão, Mario Andrada. “A piscina ficou sem um dos elementos químicos utilizados no tratamento da água e, em consequência, o pH ficou fora do seu nível habitual, causando uma descoloração”, afirmou. O dirigente também disse que apesar do tom, a água verde não oferece risco aos atletas.
Os organizadores também foram questionados se a manutenção da piscina teria sido feita de maneira inadequada, o que acabou sendo reconhecido por Mario. “Poderíamos ter feito melhor na manutenção da piscina quando vimos as questões alcalinas”, disse.
O dirigente prometeu que a cor da água voltará ao normal nos próximos dias. “Buscamos a perfeição porque não queríamos colocar química para afetar os atletas. A chuva também atrapalhou o processo. É uma experiência para todos”, argumentou.
Na terça-feira, 9 de agosto, a organização havia afirmado que a cor era decorrente de um processo inesperado de proliferação de algas. Apesar do tom da água, os atletas não reclamaram de qualquer cheirou ou resíduo na piscina.