Convênio sobre o Posto de Identificação na Câmara de João Monlevade é assinado
Apesar de a diretoria da Câmara de João Monlevade não confirmar, o vereador Djalma Bastos (PSD), informou à reportagem da DeFato que o convênio referente à permanência do Posto de Identificação foi assinado. Ainda segundo Djalma, que implantou o serviço quando foi presidente do Legislativo, o documento foi assinado ontem, 29. A diretoria da Câmara […]
Apesar de a diretoria da Câmara de João Monlevade não confirmar, o vereador Djalma Bastos (PSD), informou à reportagem da DeFato que o convênio referente à permanência do Posto de Identificação foi assinado. Ainda segundo Djalma, que implantou o serviço quando foi presidente do Legislativo, o documento foi assinado ontem, 29.
A diretoria da Câmara informou que houve grande avanço referente ao termo aditivo junto ao Governo do Estado, e que este está em vias de assinatura e publicação. Este termo é o que garante a funcionalidade do serviço de emissão de carteiras de identidade no Legislativo monlevadense. Ainda conforme resposta ao questionamento da reportagem sobre o que seria feito com o maquinário e servidores caso houvesse o fechamento do posto, a diretoria ressaltou que o que ocorreria seria a suspensão das atividades, e não o fechamento do posto. Desta forma, não haveria remanejamento nem de material, nem de pessoal. Importante frisar que trabalham no local três servidores efetivos e três estagiários.
Histórico
Durante café com a imprensa, no dia 16 de julho, o presidente do Legislativo, Leles Pontes,informou que o posto seria fechado caso o Governo do Estado não renovasse o convênio com a Câmara até o fim do mês. O último estava vencido desde o meio do ano passado. A partir daí houve grande repercussão na cidade, já que o serviço é prestado apenas no Legislativo e não mais na delegacia da Polícia Civil.
A possibilidade de fechamento causou ainda discussão entre os vereadores. Djalma Bastos (PSD), chegou a usar a tribuna e cobrar do presidente respeito com o dinheiro público, já que foram investidos mais de R$200 mil na compra de maquinário e adequação de infraestrutura. Outros vereadores defenderam Leles Pontes e alguns se propuseram a somar força política e cobrar posicionamento do Estado.




