A velocidade da internet está sendo afetada pela pandemia

Na quarentena, a internet tem sido uma das formas de distração da população. O que, consequentemente, afeta a velocidade da rede global de informações

A velocidade da internet está sendo afetada pela pandemia

Devido a quarentena forçada, grande parte da população recorre as plataformas digitais para passar o tempo de uma maneira mais tranquila, consumindo assim muito mais internet do que o normal.

Netflix, Globoplay e Amazon Prime são os principais serviços acessados, uma vez que esses transmitem filmes e séries. O Globoplay, por exemplo, liberou filmes e séries – com destaque para conteúdos da Disney e da Pixar – gratuitamente durante 30 dias para as pessoas que estão de isolamento durante essa pandemia.

Seguindo o pedido da União Europeia, a NetFlix reduziu a taxa de Bits de suas transmissões on-line, fazendo com que a quantidade de dados trafegados durante o tempo que você assiste o filme ou série seja reduzido. Entretanto, isso não resolverá o problema da velocidade. Para quem não sabe, a Netflix e a Google sozinhas geram 24% do todo o tráfego na Internet

Marc Burleigh, correspondente da Agence France-Presse – uma agência de notícias francesa, considerada uma das mais prestigiadas no mundo – em conversa com o porta-voz da NetFlix, anunciou em seu Twitter que as alterações feitas pela equipe de tecnologia de T.I da empresa provavelmente reduzirá o consumo de banda na U.E em  25%

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGIbr) possui um projeto nomeado IX.br que promove e cria a infraestutura necessária para conexão entre as redes que compõem a Internet brasileira. Dados desse projeto destacam um pico de cerca de 10.51 TB/s na rede, enquanto a média mensal estava aproximadamente em 5.83 TB/s. Veja gráfico abaixo. Um crescimento de 80% na quantidade de dados trafegados na rede. Para comparações, 1 Tera Byte equivale a 1000 GB.

O problema de velocidade da rede não é apenas em sua casa, é em todo o mundo!


 

A pandemia do coronavírus não afeta apenas o mundo real, mas também virtual. Porém, as consequências reais são muito mais graves que as virtuais. Cabe a cada um fazer a sua parte para que possamos superar essa crise.

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