Correntistas prejudicados pelo Plano Collor 2 têm até esta segunda-feira para acionar a Justiça
Termina nesta segunda-feira (31) o prazo para os correntistas que tinham aplicações na caderneta de poupança em 1991 e foram prejudicados pelo Plano Collor 2, acionarem a Justiça para reaver seus prejuízos. As ações visam a recuperar a correção de quase 22% do saldo da época. Na ocasião, o governo substituiu como indexador da poupança […]
Termina nesta segunda-feira (31) o prazo para os correntistas que tinham aplicações na caderneta de poupança em 1991 e foram prejudicados pelo Plano Collor 2, acionarem a Justiça para reaver seus prejuízos.
As ações visam a recuperar a correção de quase 22% do saldo da época. Na ocasião, o governo substituiu como indexador da poupança o Bônus do Tesouro Nacional Fiscal (BTN-F), que pagava 21,87%, pela Taxa Referencial Diária (TRD), que pagava 7,76%. A diferença – 14,11 pontos percentuais – representa a perda dos poupadores.
Como recorrer – Além do extrato da poupança, o correntista que quiser tentar reaver o prejuízo precisa de cópias da carteira de identidade e do Cadastro de Pessoa Física (CPF). É preciso também processar o banco onde tinha caderneta de poupança na época. Se o valor da perda for de até 40 salários mínimos, é possível ingressar no Juizado Especial Cível. Caso a perda seja menor que 20 salários mínimos, o correntista nem precisa contratar advogado. Quem tinha poupança na Caixa Econômica Federal pode ingressar com a ação no Juizado Especial Federal. Nesse caso, o correntista só deverá contratar advogado se a perda for maior que 60 salários mínimos.
COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL