Décima empresa é inaugurada em Distrito Industrial de São Gonçalo

O laticínio opera diariamente com a compra de 1.500 litros de leite de produtores locais

Décima empresa é inaugurada em Distrito Industrial de São Gonçalo
Laticínios Minas Mais é a décima empresa do Distrito Industrial – Foto: Anágnia Flóis/Acom PMGRA

A Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo abriu as portas para a 10ª empresa se instalar no Distrito Industrial I. O Laticínio Minas Mais foi inaugurado no último dia 6. De propriedade dos empresários Antônio Padovezi e Luis Carlos Pereira, o Minas Mais inicia suas atividades gerando 26 empregos diretos e indiretos e  o laticínio opera diariamente com a compra de 1.500 litros de leite de produtores de São Gonçalo.

A solenidade de inauguração contou com presenças do prefeito de São Gonçalo, Antônio Carlos Noronha Bicalho; do sócio fundador do laticínio, Padovezi; vereadores; funcionários da empresa; produtores da pecuária leiteira; empresários e demais convidados.

Antônio Carlos reforçou que a cidade está de portas abertas para novos empreendimentos – Foto: Anágnia Flóis/Acom PMSGRA

As perspectivas de crescimento do laticínio foram destacadas por Antônio Carlos. “Essa é uma empresa que já começa grande. Recentemente, estive com um diretor-presidente de uma cooperativa com produção de 100 mil litros de leite que visitou o Minas Mais e disse que há muitos anos não via uma empresa com porte para crescimento e possibilidade de absorver a produção da região”, enfatizou.

Investimentos e parceria

A área do laticínio Minas Mais foi cedida em comodato por um prazo de 30 anos e uma obra de alvenaria foi executada pela prefeitura. Demais investimentos, como acabamento dos prédios e aquisição de maquinário totalizaram R$7 milhões com recursos dos proprietários.

O prefeito Antônio Carlos também ressaltou que o município tem potencial para acolher novos investimentos. “São Gonçalo segue de portas abertas para receber novos empreendedores, sempre pensando em direcionamento para diversificação da economia para que possamos investir bem os recursos para o dia em que a mineração acabar. O político tem a obrigação de pensar no amanhã e se preocupar com as próximas gerações”, ressaltou.