Depois de interpretar Jesus no teatro, santa-barbarense faz ponta em curta-metragem
Mesmo sendo apenas uma pequena participação, Cléber se mostra satisfeito com a nova experiência
O ator Cleber Ávila, que atuou por anos como Jesus Cristo no teatro “Os passos da Agonia”, em Santa Bárbara, estreou no teatro profissional e agora estreia também no cinema, com uma pequena, mas significativa participação no filme “Sigilo S/A”. A filmagem poderá ser vista no próximo dia 13, no Cine Humberto Mauro, em Belo Horizonte.
O curta conta a história de um ‘figurão’ rico que procura um detetive para encontrar uma mulher. Nesse trabalho, Cléber encarna Deivin, um bady boy dono da boate onde trabalha a personagem principal do filme. "Minha participação foi pequena em vista dos outros personagens, mas foi uma experiência fantástica", orgulha-se.
O santa-barbarense, que nasceu em Florália, faz parte de uma produtora que tem a finalidade de profissionalizar artistas na região de Barão de cocais, Catas Altas e Santa Bárbara. Cléber contou com o apoio do diretor Ênio Reis, que o lançou no mercado profissional. No início de agosto deste ano, o ele estreou profissionalmente no espetáculo “Pietá – As sete dores de Maria”. A participação no curta surgiu do experiente ator Evandro Antunes, da mesma companhia.
Mesmo sendo apenas uma pequena participação, Cléber se mostra satisfeito com a nova experiência, totalmente diferente de seu trabalho no teatro. Para o ator, essa nova etapa representa um desafio. “Fiquei muito feliz quando recebi o convite do Evandro e mais feliz ainda quando soube que meu personagem seria um bady boy, justamente por ser completamente o oposto do Cristo. Não que eu não goste de fazê-lo, muito pelo contrário, é uma satisfação enorme, mas eu precisava de algo novo, para saber como me sairia nesse novo desafio”.
Cléber ressalta nas ruas, pessoas que nem o conhecem ou jamais o viram o chamam de Cristo, o que o deixa muito feliz. Porém, ele afirma que em seu momento atual busca “um novo tempero, um novo desafio” e para inaugurar a nova fase, nada como o atual trabalho.