Continua sem informações o caso da professora itabirana Patrícia Maria de Almeida, que desapareceu há exatamente um mês, no dia 9 de maio. A mulher lecionava na Escola Municipal Antonina Moreira, no bairro Água Fresca, em Itabira, e foi vista pela última vez por uma câmera da segurança da Caixa Econômica Federal, sacando dinheiro.
A reportagem conversou ontem, 8, com o cunhado da desaparecida, Valdir Rocha, que informou que a família tem procurado incessantemente descobrir o paradeiro da mulher.
Ele afirmou não ter conhecimento de que ela estivesse namorando, mas disse que às vésperas de desaparecer, um vizinho teria ouvido discussões na casa dela. Valdir não soube dizer, entretanto, se a voz era de homem ou mulher.
O cunhado de Patrícia ainda disse que no dia em que desapareceu, ela havia feito exames de mama, e o resultado apresentou alguns nódulos benignos “Não creio que esses exames pudessem fazer com que Patrícia pensasse no pior, num câncer, por exemplo, pois ela, que já fez Enfermagem, sabe que esses nódulos têm procedimentos simples para retirada”, afirmou.
Ele declarou que ao ver a fita da imagem da cunhada retirando o dinheiro na Caixa, no dia do desaparecimento, sentiu que ela estava muito cabisbaixa, com olhar triste. Ele ainda informou que estranhou por ela estar vestida de forma tão simples, de chinelo de dedo e pouco arrumada. “Ela sempre foi muito vaidosa e gosta de se arrumar”, destacou.
Mãe ainda não sabe
Outra dificuldade para a família é que a mãe de Patrícia ainda não sabe sobre seu desaparecimento. Por ser uma senhora de 80 anos, os parentes preferiram não contar para protegê-la.
A família está esperançosa com a volta da professora. Qualquer pista que leve ao paradeiro dela pode ser repassada à polícia pelo Disque Denúncia 181 ou ainda pelo telefone (31)8527-2003, falar com Valdir .
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