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Donos de academias protestam contra Kalil na porta da Prefeitura

A decisão tomada pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD) de voltar a fechar a cidade para conter o avanço do coronavírus gerou grande repercussão. Na manhã desta sexta-feira (8), manifestantes, em sua maioria donos de academias, foram para a porta da prefeitura protestar e pedir para incluir este tipo de estabelecimento como serviço essencial para a saúde.

Esta semana, uma academia da capital, Radical Fitness, publicou no Instagram dizendo que vai manter aberta, mesmo após o decreto do prefeito. Segundo os donos do estabelecimento, vão seguir o decreto federal 10.344, que define academias de esporte como serviços essenciais e, portanto, podem abrir normalmente.

Assim como esta, o Grupo de Academias Responsáveis e Éticas (GARE) já anunciou que vai manter os estabelecimentos em funcionamento.

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Decisão e choro

Na última quarta-feira (6), Alexandre Kalil anunciou o retorno, a partir da próxima segunda-feira (11), à fase zero de flexibilização. Apenas os serviços essenciais poderão funcionar na capital mineira.

O prefeito de Belo Horizonte chegou a se emocionar ao conversar com a jornalista Natuza Nery, da GloboNews, sobre a decisão de recar no plano de flexibilização ante a pandemia do novo coronavírus. Na quinta-feira (7), Natuza revelou o conteúdo de conversa telefônica com Kalil. Segundo ela, o chefe do poder Executivo belo-horizontino chegou a chorar.

“Este é o dia mais difícil para mim. Estou destruído. Não é fácil tomar essa decisão”, disse Kalil, em relato feito por Natuza durante a edição desta quinta do programa Estudio i, do canal de notícias.

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