Eduardo Bolsonaro promete novidades dos Estados Unidos após apoio de Trump ao pai

O presidente norte-americano fez críticas ao que chamou de perseguição política e jurídica sistemática ao ex-presidente brasileiro

Eduardo Bolsonaro promete novidades dos Estados Unidos após apoio de Trump ao pai
Eduardo Bolsonaro – Agência Brasil

Deputado federal licenciado e atualmente morando nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro (PL), reagiu à postagem do presidente norte-americano Donald Trump ao defender o seu pais, Jair Bolsonaro (PL) em sua plataforma Truth Social.

Eduardo destacou a manifestação de Trump.

“Muita gente me telefonando, mas não podemos passar mais detalhes sobre isso. O que posso dizer é que esta não será a única novidade vinda dos EUA neste próximo tempo. Aproveito para agradecer a todos que se empenham nesta batalha. Apoiem a nota de Donald Trump na Truth Social e demais redes”.

O presidente norte-americano fez críticas ao que chamou de perseguição política e jurídica sistemática ao ex-presidente brasileiro e que o seu julgamento deveria acontecer nas urnas, pelo povo brasileiro, e não nos tribunais. “Tenho acompanhado, assim como o mundo inteiro, enquanto vêm atrás dele dia após dia, noite após noite, mês após mês, ano após ano.Ele não é culpado de nada, exceto por ter lutado pelo povo. Estarei observando muito atentamente a caça às bruxas contra Jair Bolsonaro, sua família e milhares de seus apoiadores”.

Ao blog do jornalista Kennedy Alencar, Bolsonaro afirmou que Donald Trump é o “maior chefe de Estado do mundo” e que sempre soube da simpatia mútua entre os dois”.

Após a postagem de Trump, Bolsonaro foi às redes sociais e voltou a criticar os processos contra ele. “É uma aberração jurídica, clara perseguição política, já percebida por todos de bom senso”.

Bolsonaro se tornou réu após a Primeira Turma do STF aceitar, por unanimidade, denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) que o acusa de articulações para abolir o Estado Democrático de Direito, incitação a golpe de Estado e crimes considerados como atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, cujas penas somadas podem lhe custar até 30 anos de prisão.

Pelo Tribunal Superior Eleitoral, o ex-presidente foi tornado inelegível até 2030, embora ainda mantenha de pé a sua candidatura à Presidência, no pleito de 2026.

*Fonte: Jovem Pan