A assembleia dos condôminos que optou por negociar o prédio ocorreu na noite dessa segunda-feira, 27 de junho, na sede do Sindicato dos Rodoviários, que tem uma das poucas salas que funciona no local. Segundo o presidente da entidade, Cássio Francisco Cota, o leilão é uma opção caso a comissão, da qual é membro, não encontre um investidor que encare comprar o prédio e terminar a construção.
De acordo com Cássio, a comissão terá novas reuniões para continuar a discutir o assunto. O grupo é formado por sete condôminos do “elefante branco”. Novas datas ainda não foram definidas para os próximos encontros.
Com uma estrutura de cinco andares, o prédio teve a construção interrompida há mais de 10 anos, quando a construtora responsável pelo serviço faliu e abandonou a obra. Desde então, os condôminos, que já tinham investido nos apartamentos e nas lojas, passaram a ter a incerteza do que iria ser feito do edifício. O prédio ainda oferece perigo para quem passa na calçada, especialmente da rua Doutor Sizenando de Barros, por causa dos ladrilhos que desprendem da parede e caem.