Empresas de acessibilidade podem ser pioneiras em parque tecnológico da Unifei

Diretor Marcel Parentoni falou sobre expectativas de desenvolvimento na Unifei Itabira

Empresas de acessibilidade podem ser pioneiras em parque tecnológico da Unifei

A vinda da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) para Itabira é tido com o que de melhor aconteceu para a cidade no que diz respeito à diversificação econômica. Não só pela questão educacional, mas por todos os investimentos atrelados ao projeto. Um deles é a estruturação de um parque tecnológico capaz de atrair empresas de diversos segmentos. E, segundo o diretor do campus itabirano, Marcel Parentoni, há duas negociações em curso.

Em participação na Câmara de Vereadores, sem citar nomes, Marcel afirmou que as duas empresas são do setor de acessibilidade. O diretor, porém, preferiu não alimentar expectativas. Isso porque as negociações ainda estão em fase de análise de mercado. “Claro que se apontar que não há ambiente favorável, elas não vêm”, disse o representante da Unifei Itabira.

“Obviamente, a gente não pode garantir nada. Paralelamente, a gente trabalha a negociação e trabalha o estudo que avalia se essas empresas têm, realmente, condições de serem atrativas no ambiente que a gente se encontra. Então, dependendo do tipo da empresa, não adianta a gente nem conversar. Mas, com essas empresas a gente tem feito o estudo para saber se essa área tem uma demanda grande na região”, comentou Marcel.

De acordo com o diretor da Unifei Itabira, o parque tecnológico é um grande projeto da instituição. Ele citou o exemplo de Itajubá, cidade sede da universidade, e que possui um vasto conjunto de empresas ligadas às áreas de ensino da escola. “É essa a nossa intenção para Itabira. A gente está trabalhando, sim, para cumprir uma das nossas obrigações que é a diversificação econômica”, finalizou Marcel Parentoni.