Estelionatários se passam por funcionários públicos para lesar população em Itabira

Segundo Thereza Cristina Oliveira Andrade Horta, chefe do departamento de Vigilância em Saúde, três homens teriam se apresentado como funcionários da Prefeitura de Itabira a uma moradora do Centro

Estelionatários se passam por funcionários públicos para lesar população em Itabira
A Prefeitura de Itabira alerta que um grupo de estelionatários está agindo na cidade em nome da Secretaria Municipal de Saúde. A ação foi denunciada anteontem (28/02) à polícia, após uma mulher de 80 anos ter sido vítima do grupo.
 
Segundo Thereza Cristina Oliveira Andrade Horta, chefe do departamento de Vigilância em Saúde, três homens teriam se apresentado como funcionários da Prefeitura de Itabira a uma moradora do Centro. Eles disseram que teriam que dedetizar a residência da mulher.
 
No interior da casa, os homens teriam aplicado algum produto e, após, cobrado R$ 240 pelo “serviço”. A mulher teria argumentado que não deveria pagar por se tratar de um serviço executado pela Prefeitura. Ela teria sido agredida fisicamente e coagida a pagar. Ainda segundo Thereza Horta, o grupo ainda teria roubado alguns itens do interior da casa, como dinheiro e pequenas joias.
 
Thereza Horta alerta para que a população fique atenta aos possíveis estelionatários. “A Prefeitura não executa estes tipos de serviço no interior da residência. Os serviços que ela presta, em domicílio, são os rotineiros e executados por agentes já conhecidos da população. Todos eles estão devidamente identificados por crachá e uniformizados”, alerta.
 
Ela ainda conta que os estelionatários variam o tipo de “serviço” oferecido. “Costumam também oferecer troca de válvula de bujão de gás. O que recomendamos é que, antes de receber qualquer pessoa que se diz representante da Prefeitura, o morador deve, antes, verificar o crachá e o uniforme. E é bom lembrar sempre: os agentes que vão às residências, já são conhecidos dos moradores daquela região. Desconfiar sempre de estranhos ajuda a evitar golpes”, salienta.