FCCDA comemora o Dia do Disco com exposição

Nessa quarta-feira, 20 de abril, a Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade comemorou o Dia do Disco. Desde às 9h, a Fundação Cultural expôs um significativo acervo de discos de vinil, que incluiu raridades de músicos e compositores como Villa Lobos, Noel Rosa, Brahms, Liszt, Mozart etc.; aparelhos de rádio antigo e radiola. Um espaço […]

FCCDA comemora o Dia do Disco com exposição
Nessa quarta-feira, 20 de abril, a Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade comemorou o Dia do Disco. Desde às 9h, a Fundação Cultural expôs um significativo acervo de discos de vinil, que incluiu raridades de músicos e compositores como Villa Lobos, Noel Rosa, Brahms, Liszt, Mozart etc.; aparelhos de rádio antigo e radiola. Um espaço para a visitação de colecionadores e uma boa oportunidade para a garotada e geração que nunca teve acesso aos vinis e aparelhos que embalaram o dia a dia de muitos.
 
A produção dos discos de vinil data da década de 50. Também conhecido como “bolachão”, o vinil era feito em material plástico, com ranhuras em forma espiral que possibilitavam que a agulha do toca-disco percorresse o “caminho da borda até o centro”, fazendo assim a leitura da gravação. As ranhuras também produzem uma vibração na agulha que produz “sinais elétricos” que seriam transformados em música.
 
O tipo mais comum é o LP (Long Play), com 31cm de diâmetro e capacidade para cerca de 20 minutos de música em cada lado.
 
Os vinis são praticamente uma raridade nos dias de hoje. Há mais de uma década e meia deixaram de ser comercializados – basta que se analise o volume crescente na aquisição de CD’s e DVD’s além da praticidade desta tecnologia. Mesmo assim, há os que não abrem mão do som inconfundível do vinil, os colecionadores.
 
O Dia do Vinil, 20 de abril, corresponde a data de aniversário de morte do cantor e compositor brasileiro Ataufo Alves que faleceu em 1969, aos 59 anos.