Há muitas criptomoedas para além da Bitcoin: descubra as principais
Quando se fala de criptomoedas é muito normal que o subconsciente das pessoas as leve para a Bitcoin. É mais mencionada online e é também a mais valiosa.
Quando se fala de criptomoedas é muito normal que o subconsciente das pessoas as leve para a Bitcoin. É mais mencionada online e é também a mais valiosa. É, portanto, normal que quando houve a palavra “criptomoeda”, venha a palavra “bitcoin” logo de seguida. E é normal que ouça essas duas palavras com regularidade porque elas são um dos principais assuntos do mercado financeiro.
Mesmo que não esteja muito por dentro do tema, certamente que sabe, minimamente, o que são. Se pensou em “moedas digitais”, pensou bem. O que poderá eventualmente não saber é que existem milhares de criptomoedas no mercado. Só para ter uma ideia, em outubro de 2025, estão listadas quase 6000 moedas na Binance, uma das exchanges mais populares e seguras do mundo. Obviamente que não vamos explorar todas, mas vamos conhecer as principais.
Bitcoin, a criptomoeda que todo mundo conhece
Se nunca ouviu falar de Bitcoin é provável que esteja a viver num local bem remoto com acesso muito limitado a internet e televisão. Se for esse o caso, ficamos muito contentes que tenha optado por usar esse tempo limitado de acesso à internet e ler o nosso artigo.Esta moeda tem um limite máximo de 21 milhões de moedas e esse é um dos fatores que faz com que ela seja tão valiosa. O valor do bitcoin em real no dia 28 de outubro está nos 591 mil reais e chegou a atingir os 675 mil no início do mesmo mês.
Ela é a primeira criptomoeda do mundo e surgiu em 2009 pela “mão” de Satoshi Nakamoto, pessoa cuja identidade mantem anónima até hoje. Muitos usam-na como uma reserva de valor, que tem valorizado bastante ao longo dos anos, e outros já a usam como método de pagamento. A Travala, por exemplo, usada para reservar hóteis, é um dos muitos exemplos que já aceitam pagamentos com bitcoin, mas não só!
Ethereum no pódio, em 2º lugar
Ele surge 6 anos depois da Bitcoin. Se é bom a matemática e está atento ao nosso artigo deve ter pensado em 2015. Se foi o casso, está correto. Ela destaca-se por ser mais que uma moeda. É uma plataforma que permite criar contratos inteligentes (smart contracts) e pode ser usada para pagar taxas de transação e executar contratos. Outra coisa que esta moeda se destacou, foi por ser uma moeda amiga do ambiente. Como?
Bem, ela fez uma atualização, em 2022, alterando o sistema de Proof of Work para Proof of Stake. Complicado? Basicamente o Proof of Work precisava de muita energia porque dependia exclusivamente de mineradores. No entanto, isso mudou com o Proof of Stake que agora não depende dos mineradores, mas sim de pessoas que de forma automática e digital podem “bloquear” essas moedas através de um software ou plataforma.
Altcoins que merecem atenção
Depois destas duas principais, temos as Altcoins. Este termo deve estar “fora do seu radar”, portanto saiba que existem milhares, mas só lhe vamos dar as principais. Para clarificar, a Ethereum é igualmente uma Altcoin, mas merecia um destaque diferente. As principais são então:
- Solana (SOL): se existisse um pódio para a rapidez ela levava a taça. Além do baixo custo de transações, é rápida e muito boa para jogos.
- Cardano (ADA): é de terceira geração e foi pensada para segurança e privacidade. É das poucas que utiliza provas de conhecimento zero (ZK).
- Litecoin (LTC): Lite em inglês significa leve. As taxas associadas a esta moeda são também leves e é conhecida por ser a “prata para o ouro do Bitcoin”.
- Ripple (XRP): criada para facilitar pagamentos entre bancos e instituições financeiras.
- Bitcoin Cash (BCH): um fork do Bitcoin, com a sua própria comunidade e valorização independente.
- Tether (USDT): a maior stablecoin, sempre lastreada em dólar, muito usada para liquidez dentro do mercado cripto.
Blockchain, redes e moedas – Entender a diferença
Muitas pessoas confundem os termos blockchain, rede e moeda, mas cada um tem um papel diferente. A blockchain é a tecnologia que registra todas as transações de forma segura e descentralizada, criando um histórico imutável. Já a rede é o conjunto de computadores que mantém a blockchain ativa e valida as transações, garantindo que tudo funcione corretamente.
A moeda, por sua vez, é o token digital usado dentro dessa rede para transferir valor e pagar taxas. Um exemplo prático é o Ethereum: Ethereum é a rede, enquanto Ether (ETH) é a moeda que usamos para enviar transações ou executar contratos inteligentes. Entender essa diferença ajuda a perceber melhor como funcionam as criptomoedas e por que elas são tão valiosas.
Sente que este artigo foi útil para ficar com uma ideia mais abrangente sobre o tema? Da próxima vez que alguém lançar o tema para uma conversa, já vai poder fazer mais do que simplesmente acenar e dizer “pois”. Quem sabe até pode aprofundar mais sobre o tema e, entre outras coisas, perceber o impacto destas moedas na economia e como elas me comportam, a Binance Research é o local perfeito para se tornar um verdadeiro expert no tema.




