Homem sofre queimaduras em 45% do corpo após adormecer com cigarro aceso em São Gonçalo do Rio Abaixo
De acordo com informações repassadas aos agentes da Guarda Civil Municipal (GCM) por profissionais de saúde, o paciente apresentava lesões compatíveis com queimaduras de segundo e terceiro graus
Um homem sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus em aproximadamente 45% do corpo após um incêndio dentro de uma residência, em São Gonçalo do Rio Abaixo, nesta terça-feira (22). Segundo relato prestado à Guarda Civil Municipal (GCM), ele teria adormecido enquanto fumava um cigarro e acordado já com as chamas no imóvel e em seu próprio corpo.
A ocorrência mobilizou a GCM, que foi acionada pela Central de Coordenação Operacional para prestar apoio no Hospital Municipal de São Gonçalo do Rio Abaixo, onde o homem deu entrada após o incidente. De acordo com informações repassadas aos agentes pelos profissionais de saúde, o paciente apresentava lesões compatíveis com queimaduras de segundo e terceiro graus, atingindo aproximadamente 45% do corpo.
Aos guardas, o próprio homem relatou que estava sentado em um sofá dentro da residência quando precisou ir ao banheiro. Ao retornar, teria acendido um cigarro utilizando um fósforo e, posteriormente, adormecido antes de terminar de fumar. Ainda conforme o relato, ele acordou em determinado momento e percebeu que havia fogo dentro da residência e também em seu próprio corpo. Desesperado, deixou o imóvel e pulou por uma janela na tentativa de se afastar das chamas.
Uma pessoa que estava nas proximidades teria prestado os primeiros socorros ao homem e acionado o atendimento médico. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal, onde recebeu atendimento em razão da extensão e da gravidade das queimaduras.
Apesar do relato envolvendo o cigarro, a Guarda Civil Municipal não apontou oficialmente a causa do incêndio. Conforme registrado na ocorrência, não havia, nas proximidades do local onde o homem estava, material ou substância que permitisse determinar, naquele momento, o que teria contribuído para a propagação das chamas.
A GCM também ressaltou que não realizou conclusão sobre a origem do fogo ou eventual responsabilidade pelo incêndio. As circunstâncias da ocorrência poderão ser apuradas pelos órgãos competentes.