Hulk Hogan, ícone da luta livre e do entretenimento, morre aos 71 anos na Flórida
Lendário campeão da WWE, ex-lutador sofreu parada cardiorrespiratória em casa; carreira também incluiu cinema e apoio político
O ator e ex-lutador profissional Hulk Hogan morreu nesta quinta-feira (25), aos 71 anos, em sua residência em Clearwater, na Flórida (EUA). A informação foi confirmada pelo site americano TMZ e pela emissora NBC News, que ouviu o empresário do astro, Chris Volo. A causa da morte foi uma parada cardiorrespiratória.
Figura lendária da World Wrestling Entertainment (WWE), Hulk Hogan foi um dos grandes nomes da luta livre nas décadas de 1980 e 1990. Com 1,98 metro de altura, físico robusto e visual marcante — sempre com bandana e bigode loiro —, ele marcou uma era do esporte e do entretenimento nos Estados Unidos. No ringue, conquistou 12 títulos mundiais e se tornou símbolo da popularização da WWE mundo afora.
Além das lutas, Hogan também brilhou nas telas. Ele teve participações notáveis no cinema e na televisão, incluindo os filmes “Rocky III” (1982), “Desafio Total” (1989), “Comando Suburbano” (1991) e “O Senhor Babá” (1993), além da série “Thunder – Missão no Mar” (1994).
Nos últimos anos, Hulk Hogan também esteve envolvido em questões políticas. Nas eleições presidenciais americanas de 2020, declarou publicamente seu apoio ao então presidente Donald Trump. Em um episódio marcante, subiu ao palco da Convenção Republicana vestindo uma camisa vermelha com os nomes de Trump e seu vice, J.D. Vance, após rasgar a camiseta tradicional que usava.
O legado de Hulk Hogan permanece como um dos mais influentes da luta livre profissional, tendo inspirado gerações de atletas e fãs com sua energia, carisma e presença de palco.




