Idoso revida tentativa de roubo e fere bandido com canivete

Um aposentado de 67 anos, que pediu para não ser identificado, sofreu uma tentativa de roubo, na madrugada deste sábado, 5 de novembro, quando saía do Bar dos Amigos, na Avenida Duque de Caxias, Esplanada da Estação. Quando passava próximo a Aposvale, foi abordado pelo pedreiro Éder Luis de Paula, 29 anos, que chegou logo […]

Idoso revida tentativa de roubo e fere bandido com canivete
Um aposentado de 67 anos, que pediu para não ser identificado, sofreu uma tentativa de roubo, na madrugada deste sábado, 5 de novembro, quando saía do Bar dos Amigos, na Avenida Duque de Caxias, Esplanada da Estação. Quando passava próximo a Aposvale, foi abordado pelo pedreiro Éder Luis de Paula, 29 anos, que chegou logo gritando: “Passe a carteira”. Em seguida, chegou o servente Marcos Antônio Batista, 30 anos. Para se defender, o aposentado sacou o canivete que estava na sua cintura, ferindo Éder e conseguindo evitar o roubo.

Após a canivetada, o aposentado saiu correndo em direção a sua casa, que fica próximo do local, para fugir dos bandidos. Ambos permaneceram onde estavam. O idoso de 67 anos ainda afirmou à polícia que após correr, Marcos pegou uma pedra para alvejá-lo, mas acabou desistindo de jogá-la.

Quando a PM chegou ao local, encontrou Éder ferido e Marcos com ele. Ambos acusavam o aposentado de lesão corporal e de ter fugido logo em seguida. Segundo o Boletim de Ocorrência, os dois estavam com fortes sintomas de embriaguez e diziam que não precisavam de polícia, porque depois acertariam as contas com o aposentado.

Testemunhas que estavam no bar confirmaram a tentativa de roubo. A Polícia Militar localizou o aposentado, que confirmou os fatos e disse ter perdido o canivete no meio do caminho.

 Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamada para atender Éder e o encaminhou ao Pronto Socorro de Itabira. Após ser medicado e levar pontos no local do ferimento, foi levado para a Delegacia de Polícia.

Já Marcos recebeu voz de prisão em flagrante, apesar de negar participação no crime. Conforme consta no Boletim de Ocorrência, o servente é considerado um cidadão de alta periculosidade pelo envolvimento com quadrilhas e grande números de registros policiais e processos em andamento contra ele.