INAL Itabira: referência em medicina nuclear

Em Itabira há mais de três anos, INAL é pioneira em toda região nos serviços de diagnóstico e terapia com materiais radioativos

INAL Itabira: referência em medicina nuclear
A médica nuclear Jeffane Milene coordena a INAL em Itabira

A Medicina Nuclear é uma especialidade médica que existe há mais de seis décadas e tem atuação fundamental no diagnóstico e tratamento de diversas doenças.

Diferentemente de outros métodos de imagem que oferecem dados morfológicos do órgão em estudo, a Medicina Nuclear tem como diferencial a capacidade de obter o diagnóstico funcional da região em análise. O principal procedimento é a cintilografia, que utiliza materiais radioativos e permite detectar, em tempo real, se um tecido ou órgão apresenta alguma inconformidade funcional.

O exame é feito por meio da administração de pequenas quantidades de substâncias radioativas (radiofármacos) por via intravenosa, oral, inalatória ou subcutânea e posterior aquisição das imagens em equipamento denominado Gama-Câmara. O método permite diagnósticos precoces e precisos de doenças, além de ser seguro, não invasivo e, desse modo, indicado para todas as faixas etárias.

Em Itabira e toda a região, a INAL Centro de Medicina Nuclear é referência na especialidade. Fundada em 1995 pelos médicos Álvaro Luiz Barroso e Eduardo Lanza Padrão, a empresa chegou à terra de Carlos Drummond de Andrade em 2016 e, até hoje, é a única a prestar esse serviço em todo o Médio Piracicaba.

Diagnóstico

A Medicina Nuclear atua em diversas áreas como cardiologia, oncologia, ortopedia (ex.: fraturas, osteonecrose, doenças osteometabólicas, infeções músculo-esqueléticas e tumores benignos), nefrologia (ex.: avaliação de lesões cicatriciais pós-infecções, obstruções ao fluxo urinário e hipertensão renovascular), pneumologia (ex.: pesquisa de tromboembolismo pulmonar e quantificação da função pulmonar), endocrinologia (cintilografia da tireoide com captação de radioiodo pela tireoide, cintilografia das paratireoides), neurologia (ex.: localização de foco epileptogênico e avaliação de doenças cérebro-vasculares), entre outras, sendo capaz de oferecer informações relevantes sobre diversos órgãos e patologias.

Uma das aplicações mais comuns é na cardiologia – cintilografia de perfusão miocárdica –, onde auxilia no diagnóstico inicial e/ ou no seguimento de pacientes com doença arterial coronariana e, além disso, na avaliação da extensão dessas lesões.

No que diz respeito à oncologia, o uso da cintilografia óssea é fundamental para constatar a presença de lesões ósseas metastáticas que possuem aumento do metabolismo (osteogênicas), sendo possível detectar pequenas variações e precedendo, de modo geral, as alterações radiológicas.

Além disso, desempenha importante papel no diagnóstico e na pesquisa de metástases de tumores endócrinos e neuroendócrinos através da pesquisa de corpo inteiro com 131Iodo, 131I-MIBG e cintilografia com análogos de somatostatina.

“Nós trabalhamos em conjunto com as outras áreas de diagnóstico por imagem, porém acrescentamos informações específicas. De forma resumida, o nosso objetivo aqui é avaliar o comportamento metabólico e como está a função do órgão em estudo. Para mim, importa muito se o órgão está funcionando e se está funcionando bem. Outro diferencial é a possibilidade do uso dos radioisótopos para terapia, especialmente de alguns tumores e, também, do hipertireoidismo”, explica a médica nuclear Jeffane Milene Silva Pacheco, coordenadora da INAL em Itabira.

Terapia

Conforme relatado anteriormente, outra característica da Medicina Nuclear é a possibilidade de realizar terapias. Os radioisótopos são administrados por via oral ou via intravenosa sendo que, após a sua administração, o material administrado ficará concentrado no órgão e/ou tecido com maior afinidade pelo mesmo. A terapia radionuclídica é indicada em diversos tipos de cânceres (ex.: câncer de tireoide, tumores neuroendócrinos), metástases ósseas, hipertireoidismo, entre outros.

As tecnologias disponíveis na especialidade permitem diagnosticar as diversas doenças com rapidez e exatidão, o que aumenta as chances de um tratamento localizado melhor focado na doença, com redução de efeitos colaterais e maior possibilidade de cura.

A clínica

A INAL possui mais de 20 anos de atuação no mercado, com seis unidades clínicas em Minas Gerais. Nasceu em Belo Horizonte pelas mãos do médico nuclear Álvaro Barroso, sendo um dos pioneiros na área há 35 anos no estado. Em Itabira, os trabalhos estão sob responsabilidade técnica da médica Jeffane Milene.

A INAL atende pacientes particulares e conveniados aos principais planos de saúde suplementar. As instalações da clínica estão dentro das normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Fundada há pouco mais de três anos, a unidade de Itabira é moderna, criada já sob as exigências mais recentes dos órgãos reguladores. A Gama Câmara utilizada é um equipamento novo, de alta tecnologia e do mesmo nível daqueles que são usados nas principais capitais do país.

INAL Itabira Medicina Nuclear
Endereço: Avenida Duque de Caxias, 24, loja 03, bairro Quatorze de Fevereiro
Telefone: (31) 3834-0753
E-mail: [email protected]
Site: www.inalmedicinanuclear.com.br

 

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