Na manhã deste sábado (13), o Instituto Nacional de Meteorologia (o INMET) emitiu um alerta de tempestade com alto grau de perigo para sete estados brasileiros, incluindo Minas Gerais. Segundo o órgão, há previsão de precipitação de chuva entre 30 e 60mm/h, com acúmulo de 50 a 100 mm/dia. Além disso, espera-se por ventos intensos e queda de granizo. A Defesa Civil do estado acompanha a indicação nacional.
Portanto, estado de Minas Gerais permanece sob risco de novo corte de energia, quedas de árvores e alagamentos. O INMET orienta à população que, em caso de rajadas de vento e tempestade de raios, evite abrigar-se debaixo de árvores e que desligue aparelhos telefônicos. A área de abrangência da tempestade toca 708 municípios mineiros, incluindo toda a região do Vale do Rio Doce e Região Metropolitana.
A Defesa Civil de Minas Gerais atua em estado de alerta ao longo deste sábado, que terá forte instabilidade climática no estado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, não há até o momento registro de fatalidades tanto em Belo Horizonte quanto na região Metropolitana. Na madrugada deste sábado, um homem de 25 anos sofreu escoriações e fratura exposta após ser derrubado de sua motocicleta por um poste caído. Os militares estiveram no local do acidente e, com o auxílio de uma equipe da CEMIG, conseguiram realizar o resgate do piloto em segurança. O caso ocorreu na Rua Padre Pedro Pinto, na Avenida Vilarinho, na capital mineira.
Chuvas atingem BH e Região Metropolitana
Na última sexta-feira (12), fortes tempestades atingiram a capital mineira e a Região Metropolitana, com registro de mais de 100 ocorrências por queda de árvores, segundo o Corpo de Bombeiros. A intensa chuva que precipitou sobre Belo Horizonte na madrugada também causou queda de energia em bairros como a Pampulha e Venda Nova.
O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil) classificou a tempestade como a mais forte do ano no município. Em evento de anúncio de novo serviço fluvial, Damião ponderou que, apesar dos danos à população, como a queda de árvores e consequente queda de energia, não há registros de deslizamentos ou de fatalidades. “Não conseguimos controlar a chuva nem a quantidade de água que vai cair. É preciso estar preparado para recebê-la ou, depois, dar uma resposta rápida aos estragos”, afirmou. assim, na ocasião.

