INSS convoca oficialmente mais de 600 mil aposentados que podem ter benefício bloqueado se não responderem à notificação

Segundo o Instituto, os convocados ainda podem contestar valores descontados de maneira irregular e solicitar o ressarcimento.

INSS convoca oficialmente mais de 600 mil aposentados que podem ter benefício bloqueado se não responderem à notificação
Foto: Divlgação / INSS

Com o objetivo de revisar benefícios e assegurar que os pagamentos sejam feitos às pessoas que realmente se enquadram nos critérios para a aposentadoria, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) emitiu convocação a mais de 600 mil aposentados em todo o Brasil.

Segundo o Instituto, os convocados ainda podem contestar valores descontados de maneira irregular e solicitar o ressarcimento.

A ação é parte do processo de fiscalização que garante a sequência e legalidade dos benefícios pagos pela Previdência Social, com atualização de informações e pendências em seus cadastros, numa convocação individualizada e personalizada por meio do sistema Meu INSS, disponível em aplicativo e site oficial da instituição.

O INSS identificou aposentados que ainda não solicitaram o reembolso de valores das fraudes cometidas contra eles, o que pode ocasionar problemas futuros em seus vencimentos.

Para saber se o seu nome está na lista, é necessário acessar o Meu INSS, realizar o login com o CPF e a senha cadastrada no GoV.Br e conferir a mensagens e notificações.

Se o seu nome estiver na lista, siga as instruções fornecidas. A consulta é gratuita, rápida e pode ser feita de sua casa, sem a necessidade da presencia a uma agência bancária, a menos que o sistema solicite a presença.

A convocação do INSS é oficial e requer urgência na apresentação.

Atualize seus dados pessoais no sistema, como endereço e telefone.

Realize prova de vida, caso ainda não tenha feito de forma automática.

Procure uma agência do INSS ou ligue 135 em caso de dúvidas ou necessidade de atendimento presencial.

O processo de revisão é uma prática corriqueira da Previdência Social, mas, neste caso específico envolve mais de 600 mil pessoas que ainda não contestaram os descontos indevidos ou não solicitaram ressarcimento.

*Fonte: CPG