Ismar Alves é condenado a 13 anos de prisão pela morte do Fazendeiro Matozinho
O Ministério Público ofereceu a denúncia relatando que o denunciado teria desferido vários golpes de foice na vítima

O réu Ismar Alves, acusado de ter desferido golpes de foice no fazendeiro Matozinho Quirino Tibúrcio, foi considerado culpado pelo Tribunal do Júri e condenado a mais de 13 anos de prisão. A sessão aconteceu no mês passado e a sentença foi publicada no Diário Oficial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) desta terça-feira (2).
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ofereceu a denúncia relatando que no dia 2 de março deste ano, por volta das 18h, em uma fazenda na avenida Li Guerra, no bairro Praia, em Itabira, o denunciado, embriagado, teria desferido golpes de foice na vítima e que só cessou as agressões por acreditar que o fazendeiro já estava morto.
Na ocasião, Matozinho Tibúrcio chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu dias depois. A denúncia acrescentou ainda que o réu, Ismar Alves, teria agido por motivo fúteis, após desentendimento anterior, que ainda usou de recurso que dificultou a defesa da vítima, que estava desarmada e teria sido atacada repentinamente.
O acusado teve a prisão preventiva decretada e foi preso pela Polícia Civil na cidade de Rio Piracicaba. A juíza manteve Ismar Alves preso para garantia da aplicação da lei penal, devido também o acusado ser conhecido por nomes diversos, que ele ainda tentou fugir da culpa se apresentando à Polícia Civil como nome de outra pessoa.
A juíza, tendo em vista as circunstâncias judiciais mencionadas no julgamento, fixou a pena em 16 anos e seis meses de reclusão, mas como Ismar Alves confessou o crime no decorrer do processo, ele teve a pena reduzida em 1/6 e acabou condenado a 13 anos e 9 meses de reclusão.




