Itabira promove audiência pública do programa Família Acolhedora

A Prefeitura de Itabira, em parceria com o Tribunal de Justiça, o Ministério Público, o Conselho Tutelar e o Conselho do Bem Estar do Menor (Combem) realiza, na próxima terça-feira (22/03) a audiência pública Família Acolhedora. O evento será às 17h30, no plenário da Câmara, e será aberto a qualquer interessado.   A abertura deverá […]

A Prefeitura de Itabira, em parceria com o Tribunal de Justiça, o Ministério Público, o Conselho Tutelar e o Conselho do Bem Estar do Menor (Combem) realiza, na próxima terça-feira (22/03) a audiência pública Família Acolhedora. O evento será às 17h30, no plenário da Câmara, e será aberto a qualquer interessado.
 
A abertura deverá ser feita por representantes das instituições parceiras do programa e pelo prefeito João Izael Querino Coelho.
 
A gerente de programas sociais da Associação Brasileira Terra dos Homens, Valéria Brahim, fará a palestra “Acolhimento familiar: aspectos práticos e desafios”. O juiz de direito Pedro Raposo Lopes será o mediador. Em seguida será apresentada a equipe técnica do programa. Um debate irá encerrar o evento.
 
Valéria Brahim virá a Itabira para relatar as experiências vivenciadas pela instituição carioca. A Associação Brasileira Terra dos Homens é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que trabalha com crianças e adolescentes com direitos violados – separados ou em vias de se separar de suas famílias. A associação é referência em acolhimento de crianças no Brasil.
 
Em Itabira, é o Família Acolhedora que organiza o acolhimento de crianças e adolescentes afastados de suas famílias biológicas por medida de proteção, em residências de famílias acolhedoras cadastradas. É até possível o retorno do menor à família de origem ou, na impossibilidade, é encaminhado para adoção. Enquanto ocorre o processo, o menor fica sob os cuidados da família acolhedora. O serviço é responsável por selecionar, capacitar, cadastrar e acompanhar as famílias acolhedoras, bem como agilizar o acompanhamento do menor acolhido e de sua família de origem.
 
No ano passado o Combem passou a ser a entidade executora do serviço, que é acompanhado pela Prefeitura – que repassa os recursos necessários para o desenvolvimento do programa –, pelo Ministério Público, o Juizado de Menores e os conselhos municipais ligados às questões da infância e adolescência.