Itabira registra mais de 100 casos da Covid-19 em 24 horas
No entanto, nenhuma morte foi notificada neste mesmo período

Itabira registrou, nas últimas 24 horas, 123 novos casos da Covid-19. Os números expressivos fazem com que o município chegue à marca dos 24.034 testes positivos desde o início da pandemia, em março de 2020. Também cresceu bastante o número de pessoas cumprindo isolamento domiciliar na cidade. Se ontem eram 230, hoje já são 351.
A boa notícia é que nenhuma morte foi confirmada hoje (6). Com isso, Itabira segue com 368 vítimas confirmadas da doença. Nesta quinta-feira, tanto os leitos de Unidade de Terapia Intensiva quanto os de enfermaria registram a mesma taxa de ocupação: 40%. São oito pacientes hospitalizados no município, sendo quatro em UTI (dois suspeitos) e outros quatro em enfermaria (também dois suspeitos)
Entre os internados, quatro são de Itabira, dois de São Gonçalo do Rio Abaixo, um de Santa Maria de Itabira e outro de Barão de Cocais. Neste momento, não há nenhum itabirano hospitalizado em outro município.
Mutirão
Após o final de semana do réveillon, a Prefeitura Municipal de Itabira promove um mutirão para testagem em massa da população contra a Covid-19. A iniciativa tem como objetivo identificar pessoas assintomáticas e manter o controle da pandemia do novo coronavírus depois das festas de final de ano.
Os testes estão sendo realizados no Terminal Rodoviário Genaro Mafra — localizado no cruzamento entre a rua Água Santa e a avenida João Pinheiro, na região central da cidade. Ela foi iniciada na segunda-feira (3), retomada hoje e segue nesta sexta-feira (7), das 8h30 às 15h30.
Vacinação
A imunização contra a Covid-19 em Itabira continua nesta semana com repescagem para o público que ainda não completou o esquema vacinal. Na quinta-feira (6), foi aplicada a dose de reforço da Pfizer. Já amanhã, a vacinação será com imunizante da Janssen. A imunização acontece no drive-thru da Prefeitura Municipal.
A Secretaria Municipal de Saúde informa que a aplicação da segunda dose da Janssen é para quem recebeu a primeira há dois meses. Além disso, grávidas e puérperas que tomaram o imunizante antes da gravidez não podem tomar o reforço — nesses casos elas devem recorrer à dose de reforço da Pfizer.




