“Itabira sempre foi uma força econômica pela sua receita, agora será reconhecida também pela estrutura”, afirma secretário sobre conclusão de trevos 

Além do trevo de Itabiruçu, o secretário municipal de Obras, Ronaldo Lott, afirma que trevo do João XXIII e de São Gonçalo serão concluídos em até três meses

“Itabira sempre foi uma força econômica pela sua receita, agora será reconhecida também pela estrutura”, afirma secretário sobre conclusão de trevos 
Foto: Prefeitura de Itabira
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Após a inauguração do trevo de Itabiruçu, que liga as rodovias MG-434 e MG-129 à BR-381, Itabira aguarda a conclusão de mais duas obras importantes para a mobilidade e infraestrutura regional. De acordo com o secretário municipal de Obras, Ronaldo Lott Pires, nos próximos três meses, as obras no cruzamento do Distrito Industrial/ bairro João XXIII, na MG-129, e o trecho que liga Itabira a São Gonçalo do Rio Abaixo também serão concluídas.

Segundo o secretário, as duas estruturas são relevantes principalmente para a segurança, uma vez que os trevos possuem alto índice de acidentes.

“Itabira sempre foi uma força econômica pela sua receita, agora será reconhecida também pela estrutura. Eu acredito que se uma cidade se torna polo regional, a diversificação economia também acontece por meio do envolvimento com as cidades vizinhas, fazendo essa ligação estrutural. Itabira precisa continuar investindo em mobilidade”, afirma o secretário.

Ronaldo Lott é secretário de Obras em Itabira – Foto: Carol Vieira/DeFato

Obras concluídas

Ainda, segundo o secretário, a conclusão dos trevos, principalmente o de São Gonçalo, representa uma porta de entrada para o estreitamento das relações entre os municípios vizinhos, tornando a cidade mais acessível. “Às vezes a opção dos moradores de São Gonçalo é João Monlevade porque as pessoas não querem passar no trevo de Itabira, uma vez que o trevo não tem iluminação e é mal sinalizado. Promovendo o intercâmbio, os moradores poderão usufruir da estrutura de Saúde e do Ensino Universitário, por exemplo”, pontuou.

Ao todo, o município de Itabira investiu cerca de R$5 milhões nas obras de melhoria nos trevos, mesmo sendo trechos de responsabilidade do Governo do Estado. De acordo com Ronaldo Lott, o prefeito Ronaldo Magalhães (PTB), após estreitar as relações com o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER), optou por assinar um convênio de municipalização e assim, assumir as obras.

“Existem dois tipos de municipalização: a definitiva, que foi o que aconteceu no trevo da saída de Ipoema para Bom Jesus do Amparo, da Vale até o bairro Pedreira o Instituto e do bairro Chapada até a entrada de São Gonçalo do Rio Abaixo. Esses trechos foram municipalizados e revertido para o município para sempre. Já no caso do trevo de Itabiruçu e do João XXIII, esse convênio é temporário e com vigência de 12 meses para que o município pudesse fazer as obras”, explica o secretário.

Trevo do Itabiruçu 

Ainda conforme Ronaldo Lott, o projeto de melhorias no trevo do Itabiruçu já havia sido construído pelo próprio DEER. Contudo, a falta de recursos estaduais impediu que o órgão fizesse as obras. Assim, ao assumir as obras, Itabira não só custeou a conclusão do projeto como também propôs alterações: como a sinalização reforçada e a iluminação em led.

“O local em que foi feito em 1979 era inseguro. Era um trevo incompleto e com a sinalização deficiente, além da estrutura inadequada para uma cidade do porte de Itabira e para o movimento que tem a rodovia”, afirma o secretário.

Hoje o trevo do Itabiruçu é “um instrumento de diversificação e desenvolvimento econômico”. “As pessoas vão perceber que Itabira tem um trevo digno da sua capacidade e potencial econômico macrorregional”, concluiu.