Itabiranos se reúnem para manifestar contra anistia e PEC da Blindagem 

Além disso, o grupo exibiu uma faixa com os dizeres “Acabar com a escala 6×1 para reduzir a jornada de trabalho”

Itabiranos se reúnem para manifestar contra anistia e PEC da Blindagem 
Foto: Janete Antônia/Reprodução
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Itabiranos se reuniram neste domingo (21) para protestar contra a anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado e a chamada PEC da Blindagem, que prevê exigência de autorização do Congresso para processar criminalmente deputados e senadores. 

Com o mote “Congresso Inimigo do Povo”, os manifestantes exigiram a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa, entre outros crimes. Além disso, o grupo exibiu uma faixa com os dizeres “Acabar com a escala 6×1 para reduzir a jornada de trabalho”, enquanto caminhava do Terminal Rodoviário Genaro Mafra até a Praça Acrísio Alvarenga. 

Anistia e PEC da Blindagem são principais alvos das manifestações

Os atos mobilizados pela esquerda no país miram o Congresso, com críticas duras ao projeto da anistia a golpistas e à proposta de emenda à constituição que ganhou o apelido de PEC da Blindagem, por dificultar a responsabilização criminal de parlamentares.

A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última terça-feira, 16, com adesão massiva do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, e também de outros partidos de oposição ao governo Lula. O PT, por sua vez, liberou a bancada e teve 12 deputados votando a favor da proposta no primeiro turno. Dois deles mudaram de posição na segunda rodada.

O texto da PEC diz que deputados e senadores só poderão ser presos em caso de flagrante por crime inafiançável, amplia o foro privilegiado e ainda restringe processos criminais contra os parlamentares. Ela segue para aprovação do Senado. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da proposta, sinalizou que se posicionará pela rejeição.

Já o projeto de anistia ainda segue na Câmara. Na última quarta-feira, 17, a Câmara aprovou urgência do tema. Na quinta, 18, o presidente da Casa, Hugo Motta, oficializou Paulinho da Força como relator do projeto.

 

*** Com informações de Agência Brasil Estadão Conteúdo