Justiça decreta prisão preventiva de Hytalo Santos e Israel Nata por crimes graves e obstrução à investigação
Segundo o documento, os investigados teriam destruído provas, removido bens sujeitos a apreensão e ocultado dispositivos
A decisão que decretou a prisão preventiva do influenciador Hytalo Santos e de seu marido, Israel Nata Vicente, baseou-se em três fundamentos essenciais: a preservação da ordem pública, a garantia da eficácia da investigação criminal e a asseguração da aplicação da lei penal.
De acordo com o despacho judicial, existem fortes evidências de que os investigados praticaram crimes graves, como tráfico de pessoas, exploração sexual de adolescentes, trabalho infantil e lavagem de dinheiro. A decisão faz referência a artigos específicos do Código Penal e do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para embasar as acusações.
O juiz avaliou que a prisão se mostrava essencial para coibir a possível reiteração criminosa e preservar a ordem pública.
O despacho judicial destacou como um dos principais fundamentos para a prisão a acusação de obstrução da Justiça. Segundo o documento, os investigados teriam destruído provas, removido bens sujeitos a apreensão e ocultado dispositivos de armazenamento de dados, em conduta interpretada como tentativa de dificultar as investigações e o esclarecimento dos fatos.
Perante a gravidade dos fatos e das tentativas de interferência no processo, o magistrado considerou que medidas cautelares alternativas, como o uso de tornozeleira eletrônica, seriam insuficientes e inadequadas. Dessa forma, entendeu que a prisão preventiva era necessária para assegurar a continuidade da persecução penal.




