Lewandowski manda PF investigar mulher que gritou “Lula Ladrão”

Na ocasião, a mulher passou de carro em frente da residência do presidente e, de posse de um megafone, chamou o petista de “Lula ladrão”.

Lewandowski manda PF investigar mulher que gritou “Lula Ladrão”
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Mulher é investigada pela Polícia Federal (PF) depois de chamar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “ladrão”.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski determinou a abertura de inquérito para apurar o caso, que ocorreu no dia 8 de abril, em frente à casa de Lula em Alto dos Pinheiros, na zona oeste da capital paulista.

Na ocasião, a mulher passou de carro em frente da residência do presidente e, de posse de um megafone, chamou o petista de “Lula ladrão”.

Seguranças do presidente presentes no local anotaram a placa do veículo e foram até a residência da mulher para colher seu depoimento, segundo o portal Metrópoles.

A mulher testemunhou espontaneamente e afirmou ter agido por impulso.

Crimes contra a honra são os que ofendem a dignidade ou o respeito que a pessoa merece diante da sociedade, e no Código Penal Brasileiro, estão divididos em 3 tipos: calúnia, difamação e injúria; crimes que, quando cometidos contra cidadãos comuns podem variar de 3 meses a 1 ano de prisão, além de multa.

Quando direcionadas a autoridades, como o presidente da República, por exemplo, a punição é mais rigorosa, podendo ser aplicada prisão de 1 a 4 anos.

É calúnia acusar alguém falsamente de um crime, como afirmar que a pessoa tenha cometido roubo ou corrupção sem que seja verdade.

Já a difamação é configurada a partir da atribuição a uma pessoa um fato ofensivo à sua reputação, mesmo sendo um fato verdadeiro.

A injúria se refere a ofensas diretas à dignidade de alguém, por meio de insultos ou xingamentos, como chamar alguém de vagabundo ou canalha.

*Fonte: Poder360