Mais de 500 motoristas são abordados em 24 horas de blitze da Lei Seca em BH

Ações aconteceram por meio de um trabalho integrado realizado em oito pontos da capital

Mais de 500 motoristas são abordados em 24 horas de blitze da Lei Seca em BH

Quinhentos e cinco veículos foram abordados entre a última sexta-feira (20) e a manhã deste sábado (21), durante as 24 horas de blitze que aconteceram em Belo Horizonte. Todos foram convidados a realizar o teste do elitômetro e apenas sete recusaram. Entre os motoristas flagrados dirigindo alcoolizados, 25 cometeram infração de trânsito. Eles receberão multa no valor de R$1.915,40 e poderão perder o direito de dirigir por um ano. Outros oito motoristas foram encaminhados ao Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) e, além da multa e recolhimento da CNH, responderão a processo criminal. Durante a operação houve, ainda, um inabilitado flagrado.

As blitze aconteceram ao longo do dia, em oito pontos da cidade: avenida dos Andradas, no bairro Santa Efigênia; avenida JK, no Coração Eucarístico; avenida Raja Gabaglia, no São Bento; avenida Nélio Cerqueira, no Tirol; avenida Olinto Meireles, no bairro Santa Helena; avenida Senhora do Carmo, no Carmo; avenida Prudente de Morais, no Santo Antônio; e BR 356, quilômetro 5, próximo ao BH Shopping.  As 24 horas de blitze fazem parte do programa “Sou pela Vida. Dirijo sem Bebida” e contaram com a participação da Polícia Rodoviária Estadual. A ação integrou a programação da Semana Nacional de Trânsito.

Durante as blitze educativas e de fiscalização, normalmente realizadas pela Secretaria de Estado de Defesa Social, Polícia Militar e Polícia Civil, equipes formadas por profissionais do Corpo de Bombeiros, do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) entregaram materiais educativos, chamando a atenção para os perigos da combinação álcool e volante.

Entre 18h30 e 22h, também aconteceram ações educativas em bares e restaurantes do bairro de Lourdes, com distribuição de materiais informativos pela Liga do Trauma, formada por alunos do curso de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A BHTrans também apresentou uma peça de teatro educativa sobre o tema.