Menino de 6 anos precisa de doadores de medula óssea
Leonardo recebeu o diagnóstico da doença há quase um ano

O pequeno Leonardo Ferreira Silva, de 6 anos, morador de Barão de Cocais, sofre de um linfóide agudo (LLA), tipo de doença rara, e precisa de doadores de medula óssea. Com a doação, ele deve fazer um transplante. As chances de compatibilidade são pequenas, por isso, é necessário o maior número de voluntários possíveis, para tentar salvar a vida do garotinho.
Leonardo nasceu em Mariana e se mudou com a família para Barão de Cocais há pouco tempo. Ele recebeu o diagnóstico da doença há quase um ano. Desde então, a família tem enfrentado inúmeras dificuldades. Ele precisa de alimentação e outros cuidados especiais, além de ter que comparecer pelo menos quatro vezes em Belo Horizonte para avaliações, o que é um desafio ao orçamento da família.
Uma campanha de solidariedade também está sendo realizada pelas redes sociais em favor do menino, para arrecadar dinheiro para ajudar a família nos gastos com as despesas.
Quem puder doar, entre em contato pelos telefones: (31) 8253-5470, 8590-5913 ou 8926-9085
Para ser um doador
– Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, sob anestesia, e se recompõe em apenas 15 dias.
– Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5 a 10ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.
-Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.
– Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.
– Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil
– Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
– Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
– É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato.
