Milena questiona divisão de estalecas e levanta debate sobre justiça no BBB 26
O grupo liderado por Jonas e Cowboy deixou o VIP acumulando quase 3 mil estalecas ao longo das semanas
A divisão de estalecas voltou a gerar tensão no Big Brother Brasil 26 — e desta vez, a crítica partiu de Milena, mesmo ela estando no grupo VIP.
O grupo liderado por Jonas e Cowboy deixou o VIP acumulando quase 3 mil estalecas ao longo das semanas, enquanto outros confinados — que passaram a maior parte do tempo na Xepa — tinham valores bem menores.
Mesmo assim, esses participantes com menos recursos também contribuíram para as compras coletivas.
Foi nesse ponto que Milena demonstrou incômodo com o que considerou uma divisão desigual. Em conversa com aliados, ela questionou a lógica adotada: “A gente não pode se meter, mas por que eles que têm quase 3 mil vão dar 600 e Cheyenne, que ganhou 500, vai dar os 500 dela?”
Em resposta, Ana Paula ponderou: “É porque não chama justiça, chama vida.”
Milena insistiu na incoerência: “Como eles têm 3 mil e vão dar só 100 a mais que a pessoa que acabou de ganhar 500?”
Só 400 estalecas?
Durante uma conversa no quarto, o tema surgiu após Cowboy questionar a contribuição de Leandro para as compras da casa. O brother criticou o fato de Leandro ter disponibilizado 400 estalecas. “Por quê? Ele cozinha? Porque o Babu falar que dá 400 porque ele se esforça, aí vai. Agora ele é porque vai querer guardar o dinheiro. Se ele quer guardar dinheiro, também quero”, disse Cowboy.
Jonas, por outro lado, saiu em defesa da divisão proposta, avaliando que faz sentido que quem atua diretamente na cozinha contribua mais. “Acho justo pagar um pouco a mais porque eles ficam ali no comando do fogão. Faço a minha parte, limpo. Gosto de fazer a minha parte e não gosto de ser cobrado por coisa assim. E gosto de manter o negócio limpo”, afirmou.
Apesar da justificativa, a discussão ganhou novos contornos ao envolver a diferença de saldo entre os participantes.
A fala expõe um novo ponto de atrito na casa: o conflito entre mérito individual e senso coletivo — especialmente quando privilégios acumulados no VIP entram em jogo na hora de dividir responsabilidades básicas da convivência.




