Novos membros do Conselho Municipal de Turismo são empossados
São 21 membros efetivos e 21 suplentes
Na manhã desta quarta-feira, 21 de fevereiro, o prefeito Damon de Sena empossou o Conselho Municipal de Turismo (Comtur). São 21 membros efetivos e 21 suplentes, indicados pelo poder público, entidades, cooperativas, associações e organizações que, direta ou indiretamente, promovem a atividade turística no município. Na cerimônia, o prefeito ressaltou que Itabira é um município privilegiado, rico em atrativos naturais e beneficiado por ser o local de nascimento de Drummond.
Para Damon, os conselheiros têm a responsabilidade de auxiliar o município a manter as características do patrimônio, tanto material quanto imaterial. “A nossa zona rural é rica em belezas naturais que precisam ser conservadas, pois são as suas características que atraem as pessoas, que despertam o interesse do turista vir para conhecer. Ajudar a conter o avanço da atividade imobiliária nestes redutos naturais, que tem se expandido para a região rural e interferido de forma negativa no cenário, é uma das missões deste conselho”, avaliou. O chefe do Executivo lamentou o estado em que se encontra o patrimônio histórico-cultural do município e disse que ao ter assumido a administração encontrou casarões sem a preservação adequada. “É o patrimônio histórico da cidade desmoronando. Todos nós sabemos que uma cidade sem memória é uma cidade sem história”, disse o prefeito.
Conforme lembrou, a Prefeitura já iniciou um processo de recuperação de casarões tombados pelo Patrimônio Histórico Cultural.
Conselho de Turismo
Criado por meio da lei 3255, de novembro de 1995 e alterado pela lei 3255, de junho de 2006, o Comtur tem como competência organizar e promover debates, propor formas de captação de recursos para o desenvolvimento do turismo, formar grupos de trabalho para atividades específicas, desenvolver projetos para incrementar o fluxo e monitorar o crescimento do turismo, estabelecer diretrizes de trabalho, contribuir para a promoção de campanhas, opinar e exigir estudos sobre programas que possam causar impactos na atividade e requisitar de outros órgãos da administração pública, profissionais habilitados para elaboração de pareceres técnicos.