Operação apreende celulares e arma em investigação de violência contra às mulheres
Buscas da Polícia Civil cumpriram oito mandados nesta quinta-feira em BH, Nova Lima e Rio Acima
A Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu, nesta quinta-feira (5), oito mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, Nova Lima e Rio Acima, na Região Metropolitana. A ação, batizada de operação Aurora, recolheu celulares de suspeitos investigados por crimes de violência doméstica e familiar e apreendeu uma arma de fogo, segundo a corporação. Os mandados foram cumpridos em seis endereços em Nova Lima, um em Rio Acima e outro na região Noroeste de Belo Horizonte.
De acordo com a Polícia Civil, a operação é coordenada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Nova Lima e integra a terceira fase da operação Amparo, que reúne iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher. A corporação informou que cerca de 30 policiais participaram do cumprimento das ordens judiciais, com apoio de unidades do Defam e de equipes regionais.
Em investigações desse tipo, a apreensão de celulares costuma ser uma etapa usada para buscar registros que possam confirmar contato entre suspeitos e vítimas, identificar ameaças e verificar descumprimento de medidas protetivas. A Polícia Civil, no entanto, não detalhou quantos investigados foram alcançados pela medida, nem informou se houve prisões durante o cumprimento dos mandados nesta fase.
A Amparo já teve outras edições em Minas, com ações concentradas em datas de mobilização nacional e campanhas de conscientização. Em novembro de 2025, durante os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, a PCMG informou uma nova etapa da operação no estado. Já em agosto, no contexto do Agosto Lilás, também foram divulgadas ações relacionadas à iniciativa.
Até a publicação desta matéria, não encontrei em outros veículos informações adicionais sobre a operação Aurora desta quinta-feira além do comunicado oficial, como bairros dos alvos, número de investigados ou detalhes sobre a arma apreendida. Caso a Polícia Civil ou o Judiciário divulguem atualizações, o texto poderá ser complementado.
*Com informações da PCMG.




