Operação da Receita Federal apreende cigarros eletrônicos em BH

Os cigarros eletrônicos são produtos proibidos de serem importados, comercializados ou serem divulgados por meio de propaganda

Operação da Receita Federal apreende cigarros eletrônicos em BH
Foto Pixabay

A Receita Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (14), a Operação Ruyan, que combate o contrabando de cigarros eletrônicos. A operação apreendeu mais de 290 mil cigarros eletrônicos, aviados em cerca R$ 55 milhões. Além desses itens, foram apreendidos também bebidas e cigarros comuns sem registro de procedência.

A Receita Federal atuou sobre 112 estabelecimentos, localizados em cidades dos seguintes estados: Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. Em Minas, todos os estabelecimentos atuados foram em Belo Horizonte, sendo seis estabelecimentos na Savassi, Região Centro-Sul, e no Mercado Central, Região Central do município.

A operação contou com o apoio de diferentes órgãos parceiros de acordo com a região, dentre os quais a Polícia Rodoviária Federal, a Brigada Militar, a Polícia Civil, as Guardas Municipais, a Vigilância Sanitária, o Batalhão de Fronteiras e as Prefeituras Municipais.

Proibição

Os cigarros eletrônicos são produtos proibidos de serem importados, comercializados ou serem divulgados por meio de propaganda em todo o país, por força da Resolução de Diretoria Colegiada da Anvisa (RDC nº 46, de 28 de agosto de 2009).

O nome RUYAN, dado à operação, significa em chinês “quase como fumaça” e foi o nome dado à primeira empresa que produziu cigarros eletrônicos na China e no Mundo.