PM interdita fábrica clandestina suspeita de adulterar bebidas no Miramar, em Belo Horizonte

Apreensão inclui milhares de garrafas de whisky e vodka, além de rótulos e maquinário para fechamento; ocorrência segue em andamento

PM interdita fábrica clandestina suspeita de adulterar bebidas no Miramar, em Belo Horizonte
Foto: Reprodução/PMMG

Uma ação da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) da Polícia Militar de Minas Gerais resultou na interdição de uma fábrica clandestina suspeita de adulterar bebidas alcoólicas no bairro Miramar, em Belo Horizonte, nesta segunda-feira (23). A ocorrência foi registrada na Rua Delfim, 52, após informações anônimas indicarem que o imóvel estaria sendo usado para produzir e falsificar bebidas.

Segundo o boletim da PMMG, os militares localizaram grande quantidade de material no endereço, incluindo milhares de garrafas cheias e vazias de whisky e vodka, rótulos e maquinário utilizado para fechar as embalagens. A corporação informou que um veículo de maior porte estava sendo providenciado para transportar os itens, devido ao volume apreendido.

A Polícia Militar também afirmou que a ocorrência ainda estava em andamento e que um tenente atenderia a imprensa na sede do Batalhão Rotam, na Avenida do Contorno, nº 777, no Centro de Belo Horizonte. Até a última atualização disponível, não havia balanço oficial sobre quantidade exata de garrafas, eventuais presos ou enquadramentos criminais.

Casos de bebidas sem origem comprovada e com indícios de adulteração costumam mobilizar órgãos de fiscalização e investigação por envolverem risco sanitário, além de possíveis crimes contra as relações de consumo, falsificação e receptação, a depender do que for confirmado pela perícia. Em operações anteriores na capital, órgãos públicos já relataram apreensão de bebidas sem identificação de origem e suspeita de adulteração, com coleta de amostras para análise química.

Eu busquei, nesta apuração, novas informações publicadas por órgãos oficiais e veículos locais sobre a ocorrência no Miramar, mas não encontrei, até o momento, nota pública detalhada além do registro repassado pela PMMG. Se houver atualização oficial posterior, ela tende a trazer o total contabilizado, eventuais prisões e o destino do material apreendido.