Produção industrial em março teve queda de 2,2% em Minas Gerais

Nove dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram queda na produção industrial no mês de março. O recuo nacional foi de 1 ,3%. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada nesta quarta-feira, dia 8, os recuos mais intensos ocorreram no Pará (-11,3%) e na Bahia (-10,1%). […]

Produção industrial em março teve queda de 2,2% em Minas Gerais

Nove dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram queda na produção industrial no mês de março. O recuo nacional foi de 1 ,3%. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada nesta quarta-feira, dia 8, os recuos mais intensos ocorreram no Pará (-11,3%) e na Bahia (-10,1%). Em Minas Gerais, a queda foi de 2,2%. Também tiveram queda na produção Mato Grosso (-6,6%), Pernambuco (-6%), Ceará (-1,7%), São Paulo (-1,3%) e Amazonas (-0,5%).

A Região Nordeste, única pesquisada de forma conjunta, teve redução de 7,5%. Com isso, a produção nacional fechou com redução de 1,3%, conforme divulgado na semana passada. Por outro lado, seis locais tiveram alta na produção: Espírito Santo (3,6%), Rio de Janeiro (2,9%), Goiás (2,3%), Paraná (1,5%), Santa Catarina (1,2%) e Rio Grande do Sul (1%).

Na comparação com março do ano passado, 12 locais apresentaram queda, com destaque para Pará (-12,5%) e Mato Grosso (-12,3%). Dos três locais com alta, o melhor resultado foi obtido pelo Rio Grande do Sul (3,4%). No acumulado do ano, dez locais tiveram queda na produção. A maior delas foi no Espírito Santo (-8,5%). Dos cinco locais com alta, o principal crescimento deu-se no Paraná (7,8%). Já no acumulado de 12 meses, foram nove locais em queda, com destaque para Goiás (-4,1%) e seis com alta, sendo a maior no Pará (7,2%).

Acumulado 

No acumulado para o período janeiro-março de 2019, frente a igual período do ano anterior, dez dos 15 locais pesquisados tiveram quedas, com destaque para o Espírito Santo (-8,5%). Amazonas (-5,1%), Mato Grosso (-5,0%), Região Nordeste (-4,4%), Bahia (-3,5%), São Paulo (-2,6%), Minas Gerais (-2,5%) e Pernambuco (-2,4%) também registraram taxas negativas mais intensas do que a média da indústria (-2,2%), enquanto Rio de Janeiro (-1,5%) e Pará (-0,7%) completaram o conjunto de locais com recuo na produção no fechamento dos três primeiros meses de 2019. Por outro lado, Paraná (7,8%) e Rio Grande do Sul (5,5%) tiveram os maiores avanços. Santa Catarina (2,8%), Goiás (2,3%) e Ceará (0,3%) também mostraram taxas positivas. (Com Agência Brasil)