Projeto do Morro Redondo é apresentado em Oficina de Diagnóstico
De 14 a 17 de junho, foi realizada a “1ª Oficina para Elaboração do Diagnóstico Participativo” com a comunidade do entorno da Unidade de Conservação Parque Estadual Mata do Limoeiro. O limite do novo parque ecológico estará a menos de um quilômetro do Morro Redondo, distrito de Ipoema, em Itabira. Durante a oficina, a […]
De 14 a 17 de junho, foi realizada a “1ª Oficina para Elaboração do Diagnóstico Participativo” com a comunidade do entorno da Unidade de Conservação Parque Estadual Mata do Limoeiro. O limite do novo parque ecológico estará a menos de um quilômetro do Morro Redondo, distrito de Ipoema, em Itabira.
Durante a oficina, a coordenadora do IEF, Infaide Patrícia, convidou Roneijober Andrade para apresentar para todos os participantes o projeto que está sendo desenvolvido no Morro Redondo. Na oportunidade, Patrícia e a representante da secretaria municipal de Meio Ambiente, Dora Matoso, elogiaram a iniciativa voluntária de Roneijober, dizendo que ela deveria servir de exemplo para a comunidade.
A oficina
Na abertura, além da mensagem das partes envolvidas: Vale, Secretária de Meio Ambiente e Instituto Estadual de Florestas (IEF), houve apresentação dos alunos da Escola Estadual Antônio Linhares Guerra, com instrumentos construídos pelos próprios estudantes com materiais recicláveis.
O professor da Unifei, José Moura, foi o orientador dos jovens, tanto na produção quanto na execução dos instrumentos alternativos.
Na parte da tarde os destaques foram as oficinas de “Plantio de Mudas Nativas” por Fábio Lúcio, da Secretaria Municipal de Agricultura, e a de “Compostagem”, por Luciana de Oliveira, da Itaurb. Nos dois dias seguintes foi realizada uma série de palestras pelos representantes do IEF: Infaide Patrícia e Élcio Melo. Na oportunidade também foram realizadas oficinas como a “Elaboração do Mapa Falado da Mata do Limoeiro”. Estas palestras e oficinas também serão realizadas em outras comunidades no entorno do Parque.
O técnico em Agroturismo, Mauro Sérgio Gonçalves, foi ótimo participar da oficina. Ele disse que espera que “a criação do parque seja uma oportunidade de emprego para os moradores locais, que possui profissionais habilitados na área”.
A participante Marly de Lourdes Coelho Figueiredo, também formada em técnica em Agroturismo, destaca a importância de realizar este evento em outras comunidades: “a ideia de levar as oficinas para a zona rural é de suma importância para os moradores do entorno, pois, muitos ainda tem uma certa dificuldade de entender o objetivo real do parque. O que é? O que ganharemos? Perderemos? Ainda existem muitas dúvidas”, alega.