Projetos polêmicos são aprovados pelos vereadores em Monlevade
Novo IML e projeto que envolve os ambulantes foram aprovados. Já o parecer pela inconstitucionalidade da taxa mínima de água não pôde ser votado
Dois projetos que tramitam na Câmara de João Monlevade desde antes do recesso parlamentar, em julho, foram votados na reunião desta quarta-feira (27). O primeiro é sobre a concessão de direito real de uso do imóvel à Polícia Civil. O local é o prédio anexo à nova Policlínica, no bairro Belmonte. Já o serviço a ser instalado é o Posto de Perícia Integrada (PPI). O serviço vai abrigar o Instituto Médico Legal (IML).
A proposta foi aprovada em segundo turno e redação final. Uma preocupação da população é transferir o IML para um prédio ao lado de onde funciona um serviço de saúde pública. No entanto, Guilherme Nasser (PSDB) explicou que, quando o corpo estiver em decomposição, o trabalho a ser feito será no necrotério, no bairro Baú. Assim, os vereadores presentes foram favoráveis.
Ambulantes
O projeto referente ao comércio ambulante sofreu alterações propostas pelos próprios vendedores, a partir de intermediação da comissão especial formada pelos vereadores Belmar Diniz (PT), Tonhão (PPS) e Sinval Dias (PSDB).
O projeto foi votado em segundo turno, e por conter emenda modificativa, deve ser votado em redação final na próxima reunião. Ele foi aprovado por 12 votos. O único contrário foi Gentil Bicalho (PT). Ele disse ser necessário uma terceira reunião junto aos ambulantes, para assegurar que a proposta atende à classe. No entanto, os vereadores defenderam que o projeto foi discutido e as mudanças feitas junto aos vendedores. Assim, a proposta foi aprovada em segundo turno.
Taxa mínima
Mais uma vez foi adiada a votação sobre o parecer da Comissão de Legislação e Justiça, que defende a inconstitucionalidade do projeto da Prefeitura de João Monlevade, que diz respeito à isenção da taxa mínima de água. Na reunião desta quarta-feira (27), o vereador Sinval Dias (PSDB), pediu vistas ao parecer. O pedido foi concedido pelo presidente Leles Pontes (Republicanos), por sete dias.




