Quais lições a Covid-19 deixa para a educação em 2021?

Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga especialista em Gestão Escolar e Educação Especial, fala sobre o uso da tecnologia e a valorização dos professores

Quais lições a Covid-19 deixa para a educação em 2021?
Foto: Divulgação

A vida é repleta de desafios, e em 2020 não foi diferente. A pandemia da Covid-19 virou o mundo de cabeça para baixo e colocou em xeque todas as concepções de ensino e aprendizagem existentes. Felizmente foi possível encontrar alternativas, principalmente em prol da educação de qualidade. Agora, em 2021, as maiores lições são o uso significativo da tecnologia e a valorização dos professores, pedagogos e gestores educacionais. É o que conta a psicopedagoga Ana Regina Caminha Braga, especialista em Gestão Escolar e Educação Especial.

“A educação à distância já era praticada há muitos anos pelo Ensino Superior, mas nunca de forma tão aprofundada como neste ano. Já a Educação Básica, essa sim teve de se reinventar”, aponta.

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“Diversas escolas ingressaram pela primeira vez no universo das plataformas online, correndo contra o tempo para se adaptar aos novos métodos e driblar as dificuldades pedagógicas. Afinal, não é somente dar aula frente as câmeras, mas sim levar dinamicidade e ludicidade aos alunos a partir de estratégias diferenciadas”, explica a psicopedagoga.

A valorização dos professores também se faz bastante presente. A pandemia provou a capacidade multifuncional e a importância desses profissionais na vida dos alunos. E não apenas de maneira fantasiosa, mas sim profissional e prática, mostrando que sem uma educação de qualidade é impossível formar qualquer outra profissão.

“Após um período de avaliação dos resultados obtidos no último ano letivo, chegou a hora de elaborar novas diretrizes e levantar um diálogo sobre a participação do aluno e a prática docente. Para isso, é preciso que os professores sejam capazes de utilizar a tecnologia em sua totalidade, a fim de entregar uma educação ainda mais eficaz a todos os níveis de ensino. E isso só será possível com o apoio dos públicos da Educação”, complementa Ana Regina Caminha Braga.

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