Romeu Zema deixa o governo de Minas em 22 de março para disputar o Planalto

Zema lançou sua pré-candidatura em 16 de agosto de 2025, em São Paulo, durante o 9º Encontro Nacional do Novo

Romeu Zema deixa o governo de Minas em 22 de março para disputar o Planalto
Foto: Gil Leonardo/Agência Minas

Romeu Zema (Novo), governador mineiro, deixa o cargo em 22 de março para disputar a Presidência da República neste ano, e nega que vá integrar como vice a eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Planalto.

A manifestação se deu após o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente da legenda, sugerir publicamente o nome de Zema para vice uma chapa com Flávio Bolsonaro.

Nas palavras de Nogueira, o governador mineiro reúne “entregas e experiência” e poderia contribuir para uma candidatura competitiva, principalmente junto ao eleitorado do Sudeste.

A assessoria de Zema confirmou ao Poder360 que o governador mantém sua pré-candidatura ao Planalto.

“Ficamos felizes quando o mundo político aponta que ele seria o vice ideal, mostra que o trabalho é reconhecido e que estamos no caminho certo para a Presidência”.

Zema lançou sua pré-candidatura em 16 de agosto de 2025, em São Paulo, durante o 9º Encontro Nacional do Novo.Com a saída de Zema, Mateus Simões de Almeida (PSD), vice-governador, deve assumir o governo de Minas Gerais.

A legislação eleitoral determina que os partidos têm até agosto para registrar oficialmente seus candidatos na Justiça Eleitoral, mês em que tem início a propaganda eleitoral.

Nesta terça-feira (13), Flávio afirmou que Zema não fará parte de sua chapa. “Ele tem o projeto dele. Não pedi para ele ser o meu vice e nem ele se ofereceu”, disse o senador após visita ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, e que “a definição sobre o seu vice na chapa deve ocorrer nas etapas finais da campanha”.

“Ainda há alguns degraus a serem vencidos até decisões mais definitivas. Vice é a última coisa que a gente resolve em uma campanha”.

Flávio também declarou que as articulações estão políticas estão em andamento, mas que não devem ser antecipadas publicamente.

*Fonte: Poder360