Secretário explica aumento considerável em valor de cestas de Natal

Douglas Oliveira participou de reunião junto a vereadores

Secretário explica aumento considerável em valor de cestas de Natal

O secretário municipal de Administração, Douglas Oliveira, esteve na reunião de comissões da Câmara de Vereadores nessa quarta-feira, 28 de agosto, para ajudar na análise dos projetos de lei que concedem cestas de Natal a servidores da Prefeitura, da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade (FCCDA) e autarquias, funcionários de empresas terceirizadas, inativos, pensionistas e aposentados. A dúvida dos vereadores estava no aumento considerável no valor a ser investido pelo município na comparação com o que foi gasto no ano passado.

São três projetos de lei. O primeiro, para a Prefeitura e a FCCDA, e que envolve ainda os funcionários das empresas contratadas e das entidades conveniadas, segundo o secretário, está orçado em R$ 1.386.403,20. O segundo, para a Itaurb, está estimado em R$ 215.429,76. O terceiro, para o Saae, foi estipulado em R$ 81.244,80. A soma das três matérias resulta em um orçamento de R$ 1.683.077,76. No ano passado, as cestas foram orçadas em R$ 811.486,70, menos da metade do que pode ser gasto em 2013.

De acordo com Douglas Oliveira, o valor sofreu alteração tão alta por três motivos principais: ampliação do número de contemplados, mais itens na cesta e uma projeção de gasto acima do que realmente será investido. Em 2013, segundo o secretário, 1,2 mil pessoas a mais vão receber o benefício de Natal. Ao contrário do que aconteceu no ano passado, todas as entidades conveniadas com o município vão receber as cestas. A lista completa dos contemplados será expedida pela Prefeitura em outubro, quando haverá o pregão eletrônico para a compra dos mantimentos.

“O valor da cesta, a gente fez uma pesquisa de mercado, com base no Ipead, e chegou ao valor médio de R$ 143. Colocamos R$ 20 como margem de segurança, para não correr risco de sermos afetados pela inflação ou variação de mercado, já que vamos comprar os itens em outubro. O peru, no ano passado, foi comprado a R$ 50 e neste ano nós arredondamos para R$ 60 para também ter essa margem. Isso é o valor teto. Quando acontecer o pregão, a tendência é que o valor caia, principalmente porque os produtos são orçados unitariamente e a compra no pregão é feita em conjunto”, argumentou o secretário de Administração.

Douglas também citou que a cesta desse ano tem o acréscimo de cinco itens: azeite, geleia de morango, patê de presunto, suco de uva e salgadinho de aperitivo. “Estamos concedendo a cesta para mais gente, com mais produtos e ainda temos uma margem que é para não correr risco de precisar fazer suplementação no orçamento. Tenho certeza que o valor será bem menor que o previsto”, resumiu.