Universidade Federal de Viçosa produz doce de leite de 3,4 toneladas e bate recorde nacional
Iguaria gigante foi preparada durante as comemorações dos 100 anos da universidade; milhares de pessoas participaram da distribuição
Viçosa, na Zona da Mata de Minas Gerais, entrou para a história neste sábado (29) com a produção de 3,4 toneladas de doce de leite, durante uma ação que reuniu milhares de pessoas no campus da Universidade Federal de Viçosa (UFV). A iniciativa, realizada em comemoração ao centenário da universidade, foi reconhecida pelo RankBrasil como o maior doce de leite do Brasil.
O doce foi produzido pelo Laticínio Viçosa, da Fundação Arthur Bernardes (Funarbe), em parceria com a UFV. Para chegar à quantidade final, foram utilizados aproximadamente 7.500 litros de leite. A preparação ocorreu em um tanque especialmente desenvolvido para a ação, com cerca de dois metros de diâmetro e dois metros de altura.
Depois de pronto e pesado, o doce foi levado para o gramado das Quatro Pilastras, um dos pontos mais simbólicos da universidade, onde passou pelos procedimentos de conferência e certificação.
A expectativa em torno da produção transformou o campus da UFV em ponto de encontro para moradores, estudantes e visitantes. A distribuição gratuita começou pela manhã e provocou filas que se estenderam pelo campus. Cerca de 10 mil potes de 350 gramas foram preparados para a distribuição, e o doce chegou a se esgotar antes do horário inicialmente previsto para o encerramento da ação. A iniciativa também teve um caráter simbólico: o Doce de Leite Viçosa nasceu no ambiente universitário e se tornou um dos produtos mais conhecidos associados à cidade e à UFV.
Além do título nacional, a produção mineira busca agora o recorde mundial. A marca anterior reconhecida pelo Guinness World Records era de 2.886 quilos, produzidos em 2023 na cidade de Celaya, no México. Com os 3,4 mil quilos produzidos em Viçosa, a UFV e o Laticínio Viçosa superam a marca mexicana. A documentação será encaminhada ao Guinness World Records para análise e eventual homologação do recorde mundial. A organização informou que não realizou uma avaliação presencial da produção em Minas Gerais.