Vale usa fumacê e drones para combater mosquito da dengue em Brumadinho

A Vale iniciou nesta segunda-feira, 10 de junho, o uso de fumacês para combater pragas e transmissores de doenças em Brumadinho e comunidades vizinhas. Um dos alvos principais é o mosquito Aedes aegypti, capaz de alastrar doenças como a dengue, zika vírus, febre amarela e chikungunya. De acordo com a mineradora, a ação prossegue até […]

Vale usa fumacê e drones para combater mosquito da dengue em Brumadinho
Ação visa controlar avanço de doenças após o rompimento de barragem em Brumadinho – Foto: Divulgação

A Vale iniciou nesta segunda-feira, 10 de junho, o uso de fumacês para combater pragas e transmissores de doenças em Brumadinho e comunidades vizinhas. Um dos alvos principais é o mosquito Aedes aegypti, capaz de alastrar doenças como a dengue, zika vírus, febre amarela e chikungunya.

De acordo com a mineradora, a ação prossegue até 19 de junho em todo perímetro da Mina Córrego do Feijão, onde o rompimento de uma barragem matou cerca de 300 pessoas no fim de janeiro. Receberão os fumacês as comunidades de Parque das Cachoeiras, Córrego do Feijão, Tejuco e Pires, além da cidade de Brumadinho.

A Vale afirma que a ação é previamente aprovada pela Secretaria Municipal de Saúde e Vigilância Epidemiológica e completa atividades já iniciadas em fevereiro. O objetivo é evitar a proliferação de doenças e controlar surtos epidemiológicos no combate a pragas. O cronograma inicial prevê  trabalho de controle populacional de vetores das chamadas arboviroses, que inclui a dengue, doença em situação de surto em todo estado de Minas Gerais.

O combate ao Aedes atuará em duas frentes: pelo fumacê, para eliminar o inseto adulto, e por um programa com drone para mapear os criadouros e lançar inseticidas no combate às larvas desse mosquito. O produto,  utilizado no combate às larvas, é acoplado ao drone e acionado por um operador que identifica o foco e repassa para a vigilância epidemiológica.

Depois da aprovação do órgão, o drone sobrevoa novamente a região para lançar o inseticida. Segundo a Vale, a substância não possui toxicidade e não contamina o meio ambiente.